sexta-feira, agosto 29, 2014

Muralha da China visivel no Espaço?

Alguns fatos históricos vão te surpreender!
Duvidas?

Vais aprender curiosidades históricas sobre guerras, povos egípcios, Tiradentes, a grande muralha da China e, claro, sobre o romance erótico de muito sucesso escrito por um papa. Dá para perder? É lógico que não!

Confere o video abaixo


E ainda...


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In: MC

10 fatos surpreendentes sobre a inteligência animal

Animais são legais, mas são meio “burros” e só agem por instinto, certo? Errado. Algumas espécies possuem uma quantidade razoável de inteligência e capacidade cognitiva direcionada para coisas específicas. Acredite, você pode se surpreender quando souber que seu animal de estimação sabe matemática melhor que você ou possui um gosto musical mais apurado. 

1. Corvos podem ser tão espertos quanto crianças




Corvos continuam a demonstrar que têm "cérebros pequenos". Na verdade, sua inteligência pode rivalizar com a de uma criança de 7 anos de idade. Um estudo da revista científica PLoS ONE, por exemplo, afirma que corvos conseguem completar a tarefa chamada “Paradigma da Fábula de Isopo”.

O teste requer que as eles joguem pedras dentro da água para que o nível da água se eleve e as aves famintas possam obter uma recompensa que esteja longe do seu limite. Baseado nas descobertas da pesquisa, corvos compartilham de uma sofisticada consciência de causa e possibilidades de efeito semelhantes às dos humanos.

2. Abelhas apis provam que inteligência não requer um cérebro grande


Abelhas apis, também conhecidas como bichomel, conseguem contar, categorizar objetos similares como cães ou rostos humanos, entender o que é igual e o que é diferente, além de saber diferenciar formas simétricas de assimétricas.

3. Cães sabem matemática e podem aprender centenas de palavras


Cachorros têm a capacidade de entender aritmética, de acordo com um pesquisadores da Universidade da Colômbia Britânica. Os estudos mostram, por exemplo, que os cães percebem erros em computações simples, como 1 + 1 = 3.

“Cães comuns” podem aprender até 165 palavras, segundo esses cientistas. “Super cães” — aqueles que integram a lista das 20 raças mais inteligentes — podem aprender pelo menos 250 palavras e sinais. Inteligência, pelo menos de acordo com os parâmetros humanos, varia de raça para raça, sendo border collie a mais brilhante delas.

4. Peixes podem contar


Peixes ponde distinguir entre maiores e menores quantidade, com a habilidade adicional de contar até três, segundo uma pesquisa feita com acarás. Peixes, assim como cães, provavelmente têm habilidades matemáticas ainda mais avançadas, suspeitam os cientistas, mas são necessários mais estudos para se ter certeza.

5. Cacatuas têm habilidades técnicas com fechaduras


Em um estudo realizado na Universidade de Viena, uma cacatua macho recuperou uma noz após destrancar uma fechadura que exigia que ela: removesse um pino, depois um parafuso, depois uma trava, girasse uma roda em 90 graus e, por fim, deslocasse uma trava lateral. O bichinho fez isso sem ajuda de ninguém e demorou menos de duas horas.

6. Um elefante pode falar coreano



Um elefante asiático macho chamado “Kodish” pode imitar falas humanas, usando palavras coreanas, de acordo com um estudo de biologia. O vocabulário do elefante consiste em pelo menos cinco palavras: annyong (olá), anja (sente-se), aniya (não), nuo (deite-se) e choah (bom). Visto que elefantes têm uma tromba no lugar de lábios, a façanha de Kodish é bem notável.

“Algumas das palavras eram comandos que Kodish aprendeu a executar e nós temos todos os motivos para acreditar que ele entende o significado dessas palavras”, disse Tecumseh Fitch, professor de biologia cognitiva da Universidade de Viena.
7. Peixes-dourados ouvem música e podem distinguir entre Bach e Stravinsky 

Peixes-dourados não apenas escutam música, mas conseguem diferenciar um compositor de outro. Um estudo publicado na revista Behavioral Processes envolveu a execução de duas peças de música clássica próximo a um tanque de peixes dessa espécie. As peças foram “Toccata e Fuga em Ré menor”, de Johann Sebastian Bach, e “A Sagração da Primavera”, de Igor Stravinsky.

Os peixes-dourados não tiveram problemas em distinguir os dois compositores. Enquanto peixes em geral, e a maioria dos animais, preferem silêncio, a pesquisa provou que o peixe-dourado pode detectar complexas propriedades de som, tal como compasso e timbre.

8. Cobras matam suas vítimas metodicamente

Cobras não matam apenas através de instinto, elas monitoram a condição de suas vítimas até o último momento, segundo um estudo da revista Biology Letters. A pressão e a duração do aperto constrito são cronometrados com perfeição em relação às batidas cardíacas e estado de fraqueza da presa. Os cientistas se questionam sobre quais outras proezas inteligentes as serpentes são capazes de realizar.

9. Cavalos nunca esquecem seus amigos humanos

Amigos humanos podem ir e vir, mas um cavalo pode ser seu companheiro mais legal a longo prazo, se você trata-lo da forma correta. Cavalos possuem “excelente memória”, afirma Carol Sankey da Universidade de Rennes. Ela completa dizendo que “cavalos tem a capacidade de aprender e memorizar palavras humanas” e podem ouvir a voz humana melhor do que os cães, devido à sua peculiar capacidade de audição.

10. Golfinhos são a segunda espécie mais inteligente da Terra
Quando os parâmetros humanos de inteligência são aplicados em outras espécies, os golfinhos só perdem para o Homo Sapiens, de acordo com Lori Marino, professora de neurociência na Universidade Emory. Espera-se que no futuro dispositivos de alta tecnologia possam até permitir que golfinhos e pessoas consigam se comunicar entre si. 

Mito ou verdade: quando exageramos no álcool matamos milhares de neurônios?

Você já deve ter ouvido aquela história de que as bebidas alcoólicas são capazes de matar milhares de neurônios, e basta ver alguém bêbado para ter certeza de que essas substâncias realmente são capazes de fazer algo com seus cérebros. Afinal, é normal que pessoas embriagadas comecem a falar de maneira embaralhada, fiquem confusos e superemotivos, tropecem em qualquer coisa, não consigam andar em linha reta, sofram de “amnésia” etc.

Há quem acredite que três cervejas sejam suficientes para dizimar até 10 mil células cerebrais, mas será que essa história é verdade? Segundo o pessoal do mental_floss, o álcool etílico, aquele encontrado nas bebidas alcoólicas, também é um eficiente antisséptico, capaz de matar células e outros microrganismos.

Coitadinho do fígado

Fonte da imagem: pixabay
Quando consumimos bebidas alcóolicas, o nosso organismo trabalha para que a menor quantidade possível álcool circule inadvertidamente. Assim, o fígado processa essa substância para convertê-la em algo menos tóxico. Porém, o coitadinho só consegue trabalhar em um determinado ritmo — processando cerca de 340 ml de cerveja, 140 ml de vinho e 40 ml de destilados por hora, por exemplo —, e todo o excesso acaba por ir parar ao sangue.

O álcool que vai parar ao sangue — e fica a circular pelo nosso organismo até que o fígado dê conta de processá-lo — pode chegar ao cérebro, mas não mata os neurônios imediatamente. Primeiro, essa substância danifica as partes dessas células responsáveis por transmitir e receber informações, interferindo na forma como os neurônios se comunicam entre si. É a partir deste ponto que os conhecidos efeitos colaterais começam a aparecer.

Mata - Mata

Fonte da imagem: pixabay 
























Embora o álcool não seja capaz de matar milhares de neurônios durante os eventuais deslizes etílicos, alguns alcoólatras podem desenvolver uma doença chamada Síndrome de Wernicke-Korsakoff, que provoca a morte de células cerebrais. Mas, mesmo assim, a causa das mortes nem se deve ao álcool propriamente dito, e sim à deficiência de algumas vitaminas relacionadas ao quadro de alcoolismo.

Já para quem bebe moderadamente, existem diversos estudos que apontaram que o consumo de um pouquinho de álcool está associado a um menor risco de desenvolver demência e a um menor declínio cognitivo.
 

Será que é verdade que só utilizamos 10% da nossa capacidade cerebral?
























Você já deve ter ouvido falar que só utilizamos 10% da nossa capacidade cerebral ou, ainda, que se fosse possível empregar 100% da nossa mente, nossos crânios teriam que ser 10 vezes maiores para comportar tamanho poder. Contudo, será que tudo isso é verdade?

De acordo com um artigo publicado pela BBC, a crença de que apenas utilizamos uma fração do nosso poder mental não passa de um mito, e existem inúmeras evidências fisiológicas e biológicas que comprovam esse fato. Mas, então, de onde surgiu a famosa cifra dos 10%?

10% das áreas do cérebro

Segundo a publicação, a simples ação de abrir e fechar a mão ou de balbuciar algumas palavras requer que bem mais do que apenas 10% do nosso cérebro entre em atividade. Aliás, nem é necessário fazer nada para que esse extraordinário órgão esteja ocupado com muitas coisas!

Nosso cérebro, além de ser o responsável por armazenar memórias e informações, também nos mantém vivos, comandando inúmeras funções, como os batimentos cardíacos e a nossa respiração, por exemplo.

10% das células cerebrais


Outra hipótese sobre o surgimento da cifra se refere ao número de células cerebrais em atividade durante uma determinada ação. Na verdade, o funcionamento do cérebro requer uma demanda tão grande de recursos por parte do nosso organismo que as células nervosas não podem simplesmente ficar por aí, sem fazer nada. Todas são necessárias!

Ainda sobre a quantidade de células ativas, a confusão também pode ter surgido graças ao fato de que 10% das células cerebrais sejam formadas pelas neuroglias, que compõem a massa branca e servem de suporte — nutricional e físico — aos demais 90%, que constituem a massa cinzenta e são responsáveis por fazer o resto do trabalho. Porém, essas células jamais poderiam se transformar em neurônios, tornando-nos mais inteligentes.

Cabeção



sobre o fato de termos que contar com cabeças enormes para suportar um cérebro com capacidade mental 90% maior que a atual, imagine as dificuldades! Para se manter em atividade, o nosso “pequeno” cérebro demanda até 20% de todo oxigênio que respiramos, além de 25% do sangue bombeado pelo coração. Portanto, se ele fosse maior, a quantidade de energia e recursos necessários seria gigantesca — sem falar em como seriam os partos.

10% do quê?

E como é que essa ideia dos 10% se tornou tão popular, mesmo com tão pouco embasamento biológico e fisiológico? Aparentemente, a cifra apareceu pela primeira vez no prefácio de um livro publicado em 1936 e, de lá para cá, a ideia de que os seres humanos podem se tornar 90% mais inteligentes do que são agora pegou de verdade, transformando-se em uma crença bastante popular.

Contudo, embora toda essa história seja um mito, isso não significa que somos limitados! Nosso cérebro, ainda que não tenha o poder de despertar áreas inativas ou desconhecidas, é capaz de se adaptar e armazenar novas informações constantemente, formando novas conexões entre as células nervosas e ganhando mais espaço ao desfazer velhas conexões que não são mais necessárias ou utilizadas.

In:  BBC

quinta-feira, agosto 21, 2014

Governo aprovou as alterações à Lei da Cópia Privada.

Hoje aprovado, em Conselho de Ministros, uma proposta de lei referente à chamada cópia privada. Esta é uma matéria de alguma complexidade e, por vezes, não muito bem entendida pela sociedade, como referiu Jorge Barreto Xavier – Secretário de Estado da Cultura. Na prática, a lei da cópia privada é uma excepção à lei dos Direitos de Autor, podendo o consumidor fazer uma cópia do conteúdo original (ex. CD Audio, DVD, um livro, etc), mas essa cópia deverá ser para uso exclusivamente privado.

O Governo português pretende, assim, taxar os conteúdos para remunerar direitos de autor.

 Ter uma taxa para remunerar direitos de autor não é propriamente uma ideia nova pois já o antigo executivo de José Sócrates propôs algo semelhante. De salientar que, no caso dos CDs e DVDs, já existe um pagamento “transparente” de direitos de autor desde 2004, altura em que a lei da da cópia privada foi actualizada pela última vez. Todo o dinheiro resultante destas taxas é entregue à Associação para a Gestão da Cópia Privada.

Esta lei contemplava a reprodução de obras e respectivos suportes (ex. CD, DVD) mas, nesta Era Digital, o Governo quer incluir novos equipamentos que permitam o armazenamento de informação, como é o caso dos discos rígidos, telemóveis, tablets, pens USB, SSDs, Set-top box’s, entre outros.


De acordo com Jorge Barreto, o facto de estarmos perante a obsolescência dos equipamentos analógicos definidos na lei e de os utilizadores possuírem agora mais equipamentos digitais, levou a uma quebra de remuneração na cópia privada na ordem dos 90% entre 2006 e 2013, tendo assim considerado o Governo propôs à Assembleia da República a actualização da chamada tabela anexa à Lei da Cópia Privada. Esta proposta, para além da actualização da tabela que permite uma remuneração actualizada dos dispositivos da Era Digital, vai permitir também um alargamento das isenções no que diz respeito precisamente a esta tabela.

Numa declaração à SIC Notícias, Jorge Barreto foi questionado sobre o que achava de um utilizador que comprou um CD e que pretendesse levar num período de férias o conteúdo numa pen, tivesse de pagar pelo mesmo.

Jorge Barreto referiu que “os países da União Europeia, em excepção 3, contemplam a Lei da Cópia Privada (em especial dos dispositivos digitais) e com montantes muito significativos. Apenas se trata de uma actualização da lei em função do mercado interno.[...] Os conteúdos a que se refere a cópia privada não são ilegais, sendo o que está em causa é a possibilidade de se poderem copiar conteúdos autorais[...] A estimativa de cálculo do Governo é que possa conseguir-se 15 a 20 milhões de euros sendo esse montante posteriormente distribuído pelos autores/artistas”.

Saiba quanto vai pagar com a Lei da Cópia Privada
o Governo aprovou as alterações à Lei da Cópia Privada. Estas alterações já estavam a ser discutidas há algum tempo e desde Janeiro passado que as vozes se levantam contra estes custos que os portugueses terão de suportar.

Saiba quanto vai pagar com a Lei da Cópia Privada que foi hoje aprovada que recai sobre os dispositivos electrónicos que no futuro irá comprar. 






















Esta lei contemplava a reprodução de obras e respectivos suportes (ex. CD, DVD) mas, nesta Era Digital, o Governo quer incluir novos equipamentos que permitam o armazenamento de informação, como é o caso dos discos rígidos, telemóveis, tablets, pens USB, SSDs, Set-top boxes, entre outros.

Esta taxa irá reverter para as entidades gestoras dos direitos de autor um valor que poderá variar entre os 15 e 20 milhões de euros, valor que sairá do bolso de todos nós. Seremos nós a pagar a essas entidades esse “bónus”.

Os valores estão devidamente expostos no documento extraído da decisão de hoje que nos diz que 40% do montante irá para os autores dos conteúdos, 30% para os artistas, intérpretes ou executantes e 30% para os produtores de fonogramas e de videogramas. Responsáveis pelos conteúdos que usamos dentro dos dispositivos de agora em diante taxados.

Para termos uma ideia, no caso das pensUSB, cartões de memória e discos rígidos, a taxa será de 6 cêntimos por cada gigabyte de capacidade de armazenamento. Já os CDs e DVDs não regraváveis serão agravados em 3 cêntimos por cada GB, enquanto os regraváveis terão uma taxa de 5 cêntimos por cada GB.


Servindo-nos de um exemplo, um disco Samsung 1TB EVO 840 Series 2.5 SATA III SSD actualmente custa 400 euros. Com a aprovação desta nova taxa, o mesmo disco iria custar cerca de 460 euros. Contudo existem valores máximos a aplicar e neste caso o valor é de 25 euros, ao qual acresce a taxa de IVA a 23%.

Especificamente, aos set-top boxes, telemóveis, tablets, MP3 e MP4, e discos multimédia, é aplicada uma taxa máxima de 25 euros. Em todas as outras categorias abrangidas, desde computadores, pens, ou cartões de memória, no máximo são cobrados 10 euros adicionais.

In: PPW

5 Teorias malucas sobre as Pirâmides


Pirâmide é todo poliedro formado por uma face inferior e um vértice que une todas as faces laterais.
Essas estruturas incomuns sempre chamaram muita atenção devido aos mistérios que as envolvem. São marcos de Engenharia Antiga e a maior parte dessas engenhosas obras já estavam de pé 3 mil anos antes de Cristo nascer, sendo que, até hoje, os cientistas debatem a respeito de como elas foram construídas, em especial, as pirâmides que se encontram no Egito.
Este post é destinado aos amantes do nonsense e deixa de lado a lógica para explorar a imaginação que procura na sua maioria respostas a muitas questões desta natureza. Estas teorias são encontradas na net e lógicamente que o Brown-Visions vai despertar o seu interesse!
Confira:

5. Super tecnológico meio de transporte









Muitas questões rodeiam ainda hoje os nossos conceitos estabelecidos sobre “pirâmides”. Por exemplo, os complexos piramidais mais famosos do mundo chamados Quéops, Quéfren e Miquerinos, na Necrópole de Gizé, são consideradas atualmente como túmulos dos faraós. No entanto, apesar dos sarcófagos, na Grande Pirâmide – que foi descoberta por volta de 1950 com os aposentos principais lacrados, tal como a Câmara Real – não encontraram nenhum corpo. Além disso, as escrituras nas suas paredes não dizem exatamente que a sua finalidade era guardar os restos mortais do faraó: os hieróglifos dizem que ali é o local onde os faraós vão de encontro aos deuses. Provavelmente algum ocidental relacionou isso à morte, pois na nossa cultura, enraizada no Cristianismo, o encontro com Deus é vinculado com a morte, mas nas Religiões Egípcias, o faraó não precisava estar necessariamente morto para contatar os deuses. Em algumas escrituras nos templos egípcios há passagens que falam que por alguns períodos os faraós invocavam os deuses e esses passavam a viver entre nós. Depende da forma como você interpreta, a pirâmide pode ser um tumulo … ou um mega meio de transporte!

Mas calma, os mistérios não terminam por aí….

Semelhanças que desprezam distâncias


























Hoje, num período pós globalização, nenhum conhecimento é restrito a uma cultura a não ser que esse seja desejo de quem o contém, do contrário, pode usar a rede mundial de computadores para transmitir todo o conhecimento para uma pessoa a quilômetros de distância do local de onde se encontra.

Contudo, qual a sua opinião se fosse mencionado que, de alguma forma, as antigas civilizações da América Cental, Ásia e África trocaram informações e assustadoramente seguiram as mesmas regras de engenharia e estrutura para construir pirâmides idênticas em diferentes pontos do mundo numa época que, segundo os livros de História, as grandes navegações sequer existiam? Como pode haver em cinco continentes estruturas piramidais idênticas, construídas na mesma época, sem que exista qualquer tipo de contato entre os envolvidos na construção dessas obras? Coincidência? Quais as probabilidades disso acontecer?

Incrível, não? Mais impressionante ainda é saber que essas pirâmides semelhantes que estão separadas por uma imensidão de terra e mar, supostamente, de algum modo e por algum motivo, foram construídas utilizando o mesmo conhecimento de astronomia. Exemplo: as pirâmides de Montevecchia, Milão, Itália, são baseada na mesma estrutura das pirâmides do planalto de Gizé e ambas apontam para o mesmo local no Mapa Estelar: apontam para o cinturão de Órion e apontam para constelação de Sirius. Já as pirâmides da Indonésia seguem os mesmo traços e forma das pirâmides de Chichen Itza e ambas apontam para Sirius. Estranho?! Estranhíssimo!

Mas se isso era um meio de transporte, como funcionava?

Os teóricos das pirâmides transporte apontam para algumas pistas, no caso da Grande Pirâmides de Queóps:

  • Ela tem oito lados, que incrivelmente, só pode ser percebido olhando a pirâmide de cima – digo, do céu – , na manhã e no pôr do Sol nos equinócios da primavera e do outono;
  • São revestidas com pedra de calcário polido, que imitam placas espelhadas (similares aquelas que você vê em geradores de energia solar, entretanto, feitas de calcário), com o topo feito de ouro.
  • São alinhadas com o Norte magnético terrestre, ou seja, está alinhada com a massa da Terra.
  • Há quatro pequenos dutos dentro da pirâmide, alinhadas com o seu centro, que são justamente alinhados com o Cinturão de Orion e a Constelação de Sírios, chamados pelos egípcios da época de “passagens dos deuses”.
Dada as pistas e ainda, unindo-as as passagens das escrituras que representam que os deuses eram invocados ao Egito apenas nos dias dos equinócios, acredita-se que a máquina de teletransporte funcionasse somente nesses curtos períodos sendo completamente inútil no resto do ano. O motivo que deixava a máquina inoperante o resto dos dias era possivelmente o Sol não conseguir atribuir energia suficiente para a piramide funcionar e buscar um dos seres lá das constelações distantes.

4. Proteção do Conselho dos Nove 
Existe uma lenda antiga do Egito, que fala sobre um grupo chamado de “Conselho dos Nove”, formado por nove seres extraterrestres – cada um de uma raça diferente de extraterrestre - que seriam os responsáveis por criar os seres humanos e por esse motivo se tornaram também nossos guardiões.

Mas porquê Guardiões? bem... sobre a lenda, diz que existe, em algum lugar numa galáxia muito distante, uma espécie de acordo intergalático que impede que seres em estágio de evolução sejam atacados por seres com maior poder tecnológico. Os nossos representantes seriam o “Conselho dos Nove” e como tais parece que desenvolveram algumas tecnologias de proteção planetária para impedir que alienígenas malvados venham dominar o planeta antes de ele atingir um estágio de evolução apropriado. Entre essas tecnologias de proteção, as piramides seriam uma das principais!

Essa teoria diz que as piramides, são responsáveis por um “escudo” protetor que é invisível e envolve o planeta, sendo ativado diante de qualquer ameaça de alguma armada interplanetária.

Tal teoria vai de encontro com algumas outras maluquices como o caso Ashtar Sheran – a entidade sinistra a qual existe relatos no mundo todo – que fala aos seus contatos que a Terra realmente seria protegida por um sistema de Proteção desde a criação humana.

Andrija Puharich, o maior especialista do assunto, relatou que o Conselho dos Nove ainda estão presentes entre nós, disfarçados e que é extremamente difícil entrar em contato com eles. Puharich foi um dos pesquisadores envolvidos no projeto ultrasecreto chamado MKULTRA, desenvolvido pela CIA a partir dos anos 50 e que, por acidente, teria conseguido contatar uma dessas entidades através de um dos experimentos bizarros realizados com uma de suas cobaias (para quem não lembra do MKULTRA, o projeto estudou todo tipo de bizarrice utilizando pessoas que acreditavam ser médiuns). Andrija confessa num dos seus livros que não teve um dia da sua vida em que não se lembrasse e ficasse perturbado com as declarações que ouviu da entidade durante a realização do experimento. Para os teóricos, nós temos muito que temer caso essa proteção termine.

3. O Poder de Cura e Imortalidade

Em 1989, o PhD Alexander Golod se uniu ao Antigo Governo Soviético para realizar pesquisa sobre o poder das pirâmides. Golod suspeitava que algumas estruturas geométricas podem produzir campos energéticos que tem o poder de afetar fenômenos no Universo, fazendo-os se comportar de maneira diferente. Com cerca de R$ 1, 1 milhão de doláres, Golod e o Governo construíram na Rússia mais de vinte grandes pirâmides em oito locais diferentes, cada uma com 44 metros de altura pesando mais de 55 toneladas, feitas de fibra de vidro.

Efetuada a construção, Alexander conduziu um estudo intenso envolvendo diversas ciências: medicina, ecologia, agricultura, física e ciências da saúde.

Ao termino, Golod concluiu que:

  • Sistema imunológico dos organismos melhoram notavelmente (composição de leucócitos no sangue aumentou);
  • As piramides melhoram a regeneração de tecido;
  • sementes armazenadas em pirâmide de 1-5 dias mostraram um aumento de 30-100% na produtividade;
  • atividades sísmicas perto das áreas de pesquisa de pirâmide foram reduzidas em termos de gravidade e tamanho;
  • tempo violento também parece diminuir na proximidade das pirâmides;
  • pirâmides construídas no sul da Rússia (Bashkiria) parecem ter um efeito positivo sobre a produção de petróleo com o óleo tornando-se menos viscoso em 30% e o rendimento dos poços de petróleo aumentaram de acordo com testes realizados pela Academia de Moscou de Petróleo e Gás;
  • foram realizados estudos em 5000 presos que ingeriram sal e pimenta, que tinha sido exposta ao campo de energia da pirâmide. Os resultados dos teste exibiram um índice de violência muito reduzida e comportamento geral foi muito melhor;
  • testes de cultura de tecido padrão mostrou um aumento da sobrevivência de tecido conjuntivo após a infecção por vírus e bactérias;
  • substâncias radioativas mostram uma diminuição do nível de radiação no interior da pirâmide;
  • há relatos de carregamento espontâneos de capacitores;
  • os físicos observaram mudanças significativas nos limiares de temperatura e supercondutividade e nas propriedades de semi-condutores e nano carbono materiais.
  • água no interior da pirâmide permanecera líquida em menos 40 graus Celsius, mas congelou instantaneamente se empurrada ou batida de qualquer forma;

Isto era apenas o começo das descobertas. Posteriormente, descobre-se que o tamanho das pirâmides mudavam os resultados das pesquisas. Quanto maior, melhor a qualidade dos eventos ocorridos. Os antibióticos, por exemplo, teriam seu poder de cura aumentado em milhares de vezes de um usuário que tenha se tratado dentro da pirâmide. E para deixar tudo mais estranho, meses após a construção, as Forças Aéreas da Rússia detectaram um intenso e assustador campo magnético sendo emitido das pirâmides!

Claro todo esse amaranhado de bizarrices fizeram com que mais tarde explodissem teorias e mais teorias na Internet. A mais atraente delas – e por que não dizer “maluca” – fala que os faraós já sabiam disso e a intenção deles em construir piramides tão gloriosas estariam no fato de acreditarem que, se construíssem uma piramide extremamente gigante, o resultado não poderia ser outro senão a imortalidade de quem vive dentro delas.

Como construir a Grande Pirâmide hoje custaria aproximadamente 9 bilhões de reais – são 230 metros de comprimento em cada lado, 146 metros de altura, composta de 2,3 milhões de pedras pesando de 3 toneladas à 70 toneladas, em uma massa total de 6,5 milhões de toneladas – parece que nunca iremos saber se essa teoria é ou não simplesmente doida, a não ser que o governo Egipcío permita a reforma da unica existente.

2. A Porta para o Hiperespaço



Muita gente suspeitava que as pirâmides produziam algum tipo de campo de energia! Porém, ninguém nunca tinha conseguido provar isso ou mesmo, pensado em uma maneira de medi-lo. O primeiro a resolver colocar os pontos nos i’s desse mistério foi Joe Parr.

Parr era um cientista e engenheiro elétrico fascinado pelo Egito. Depois uma de suas visitas ao Egito, Joe teve a brilhante idéia de medir os campos de energia que ele supostamente acreditava que as piramides tinham em torno de si. 
Desenvolveu um “instrumento” de medição e conduziu experimentos do topo das piramides em 1977 e 1987. 
Parr ainda aperfeiçoou os seus modelos a partir dessas experiencias e o resultado de toda essa busca foi incrível: com o seu modelo bizarro, Joe Parr foi capaz de identificar que se girasse numa centrífuga através de uma corrente magnética alternada, um campo de energia se formava em torno da pirâmide, chamada por ele de “Bolha”. 
Essa “bolha” emitia diferentes tipos de radiações, entre as quais a gama, fenômeno que se realmente ocorreu é ainda desconhecido pela Ciência. E Parr foi além: relatou que em experimento posterior, conseguiu fazer com que a piramide, após obter seu campo energético, começou a flutuar e se mover numa direção específica. Calculando Joe percebeu que a pirâmide estava se direcionando nada mais, nada menos, do que para constelação de Órion! E o mais intrigante: a pirâmide parecia “piscar”, com se fosse uma imagem de TV, hora ligada, hora desligada. Dessa forma Joe Parr concluiu que a pirâmide modelo está prestes a entrar no Hiperespaço, que por algum motivo não fez, podendo ser uma falha no modelo ou mesmo a falta de energia suficiente para realizar o feito. 
Infelizmente, para tristeza de todos, Parr morreu em Ventura, California, em 2010, antes de concluir o modelo que acreditava ser capaz de realizar a viagem ao hiperespaço pois conseguia com que a bolha energética fosse completamente fechada.

O hiperespaço é um elemento hipotético previsto nas teorias das Cordas e na Teoria da relatividade que daria acesso à uma viagem mais rápida que a luz e ainda, acesso à outras dimensões existentes. 
A nossa Ciência atual alega estar longe de descobrir como acessar o hiperespaço de forma segura e sem precisar gastar todo o dinheiro da Terra no investimento. Porém, sem sombra de dúvidas, seria uma das maiores descobertas da Humanidade, já que abriria além das próprias vantagens do Hiperespaço, o conhecimento para fabricação de inúmeras outras tecnologias.


1. A Rede


Nenhuma das teorias anteriores é mais maluca que essa! A Teoria da Rede diz que as pirâmides são na realidade uma grande rede que envolve a Terra.
Se conseguíssemos cruzar linhas pelos planetas, conseguiríamos perceber que todas essas pirâmides antigas, formam, na realidade, uma grande rede, uma espécie de cópia de circuito eletrônico que circunda o planeta. Cada uma dessas pirâmides e seus formatos teriam um proposito e funcionariam tal como o projeto hipotético de Tesla de transmissão de energia elétrica sem fios, através da ionização do ar que essas estruturas causariam. 
O proposito disso tudo? Bem, isso até os teóricos divergem.
Uns dizem que a Rede ainda funciona. Sim, ela está em plena atividade agora mesmo! Você, leitor, é vítima dela e nem sabe. A Rede é, na realidade, uma grande, imensa, máquina de produzir ilusão: você, eu e mais alguns bilhões de seres humanos estamos preso em uma ilusão criada nesse planeta por essa rede. 
E por quê? 
Outra divergência, há tantos pontos de vista que talvez responda … num futuro distante!
O que temos de concreto é que até hoje temos pirâmides imensas sendo descoberta e sendo ocultadas por seus governos, tal como aconteceu na China e na Bósnia.
Já outros dizem que, a Rede não está mais ativa e serviu para um propósito nobre: seria um teletransporte de planeta. Por algum motivo os antigos habitantes desse planeta identificaram algumas dificuldades que, segundo os teóricos, teriam-nos forçado a construírem essa tecnologia. A base dessa teoria estaria num estudo do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge que avaliou o espectro eletromagnético do sistema solar e teria identificado que a Terra, ao contrário dos demais, parece que simplesmente apareceu por aqui, melhor dizendo, o espectro apresentava propriedades diferentes dos outros planetas, que segundo os autores do estudo, era vinculado ao cinturão de Van Allen… mas os teóricos não interpretaram dessa maneira.
Todavia, sendo o propósito nobre ou não, ter uma tecnologia de pirâmides em rede que envolve o planeta é, no mínimo, extremamente bizarro. Porém, se isso ainda não fosse o suficiente, os teóricos ainda alegam que as pirâmides de Comando estariam escondidas no Pólo Norte e no Pólo Sul e que elas interfeririam diretamente no campo magnético da Terra.

E você tem alguma opinião formulada?

Conheça 9 fatos sobre ressuscitar mortos

Em 1986, uma menina de dois anos e meio chamada Michelle Funk caiu num córrego e se afogou. No momento em que os paramédicos a encontraram, ela não respirava há mais de uma hora, e seu coração havia parado. Em outras palavras, ela estava morta.

Um pouco inexplicavelmente, os paramédicos continuaram tentando salvá-la, bem como os médicos na sala de emergência do hospital. Três horas depois que Michelle morreu, seu coração acelerou de novo.

O caso de Funk inspirou David Casarett a fazer faculdade de medicina para trazer as pessoas de volta à vida. Casarett é agora professor de medicina na Universidade da Pensilvânia (EUA).

No entanto, inspirado como estava pelo renascimento quase milagroso de Funk, Casarett também presenciou muitos casos comoventes em que pacientes foram revividos com esforços heroicos apenas para definhar numa UTI por semanas, enquanto as suas famílias sofriam para decidir por quanto tempo mantê-los com suportes de vida.

Esses casos fizeram com que Casarett abandonasse seus planos iniciais de ressuscitação de pacientes. Ele agora se concentra em aliviar o sofrimento de doentes perto do fim da vida.

No seu novo livro, “Shocked: Adventures in Bringing Back the Recently Dead” (“Chocado: Aventuras Sobre Trazer de Volta os Recentemente Mortos”), ele explora a história, a ciência e os perigos morais de reviver pessoas recentemente mortas.
Confira nove fatos sobre reviver os mortos que vão te surpreender: 
 
 

9. Pessoas tentam reviver outras desde o século 18  
 
Em 1700, bons samaritanos de várias cidades europeias começaram a ter grande interesse em reviver casos de pessoas que se afogaram. Os seus métodos podem parecer duvidosos hoje – eles jogavam a pessoa morta de um cavalo a trotar, molhavam-na em água gelada, raspavam a parte posterior da sua garganta com uma pena, sopravam fumaça de tabaco no seu ânus, davam surras etc -, mas alguns deles têm, na verdade, fundamento científico.

O movimento de um cavalo a trotar poderia mover o diafragma da pessoa para cima e para baixo o suficiente para forçar ar para dentro e para fora dos seus pulmões e estimular a circulação de forma não muito diferente da atual técnica de ressuscitação cardiopulmonar. Já o fumo do tabaco contém nicotina, o que leva o cérebro a liberar adrenalina, que por sua vez aumenta a frequência e a força de contração do coração. Na verdade, a adrenalina é um item fundamental nas ambulâncias hoje.

Algumas das técnicas que eles tentaram naquela época eram bizarras, mas acabaram por ser ancestrais diretos de coisas que usamos hoje”, diz Casarett. “Respiração boca-a-boca foi pioneira, tanto quanto posso dizer, em Amsterdã no final do século 18, e ainda é um dos pilares da ressuscitação hoje”.

8. Se você quer morrer e viver para contar sobre isso, morra em algum lugar frio…

Casarett narra em seu livro vários contos notáveis de pessoas que voltaram à vida depois de uma hora ou mais sem respirar e sem pulso. Em todos estes casos, a pessoa estava em um lugar frio, como a mulher sueca que sobreviveu 80 minutos presa sob gelo num riacho congelado.

Isso não é uma coincidência. Quando as células são privadas de oxigênio e nutrientes, elas logo começam a se autodestruir. O frio atrasa este processo, reduzindo as necessidades metabólicas das células. Isso permite que o cérebro e outros órgãos não sofram tantos danos quanto sofreriam em temperatura ambiente, na qual não há praticamente nenhuma chance deles sobreviverem, pelo menos não cognitivamente intactos.

Hoje, alguns dos mais emocionantes trabalhos da medicina sobre reanimação envolvem temperaturas frias”, explica.

7. …Ou em Pittsburgh, nos EUA

Casarett diz que um estudo clínico em andamento na Universidade de Pittsburgh pretende justamente colocar essa ideia da temperatura fria em teste em pacientes com trauma. Em casos extremos, onde uma grande perda de sangue cause uma parada cardíaca, os médicos vão substituir o sangue do paciente com solução salina congelada, na esperança de ganhar tempo para reparar as feridas antes que células e órgãos comecem a morrer. 
Há uma discussão ética sobre o tratamento, porque os pacientes estão inconscientes e, portanto, incapazes de dar consentimento, mas as pessoas podem solicitar uma pulseira que deixaria os médicos saberem que elas não querem ser “cobaias”, se por acaso tornarem-se uma vítima que se encaixa nesse perfil.

Casarett diz que não está suficientemente familiarizado com os detalhes do estudo para comentar sobre as questões éticas, mas diz-se fascinado pela ciência por trás dele. No seu livro, o autor descreve alguns dos experimentos com cães e porcos que lançaram as bases para a pesquisa em humanos. “Esta não é apenas uma ideia meio incerta, tem uma base muito forte em biologia molecular”, argumenta.

6. Animais que hibernam podem ajudar humanos a serem revividos no futuro

Através da hibernação, animais como ursos e esquilos desaceleram o seu metabolismo para sobreviver no inverno. Se os seres humanos pudessem ser colocados num estado semelhante de animação suspensa, isso seria uma excelente alternativa a colocá-los no gelo (ou substituir o seu sangue com uma solução salina congelada) para preservar o seu cérebro e outros órgãos.

O estado suspenso através do gelo tem desvantagens: torna mais difícil de restaurar um ritmo normal no coração e requer uma grande quantidade de equipamentos, o que impossibilita o uso dessa técnica fora de um hospital. Uma substância química que poderia fazer a mesma coisa seria mais eficaz e mais amplamente útil.

Durante sua pesquisa para “Shocked”, Casarett visitou laboratórios de cientistas que estão tentando entender as mudanças bioquímicas que ocorrem quando animais como esquilos, ratos e lêmures (esses últimos os únicos primatas que hibernam conhecidos) entram num estado de hipometabolismo. Ou seja, não é loucura imaginar um futuro em que ambulâncias possuam uma droga derivada de um composto encontrado em animais que hibernam. 

5. Não desperdice seu dinheiro com criogenia

O livro de Casarett dedica todo um capítulo sobre criogenia. Segundo o médico, existem pessoas dispostas a desembolsar US$ 200.000 (mais de R$ 448 mil) para colocar seus corpos no gelo depois que morrem, na esperança de que os cientistas um dia encontrem uma cura para o que as matou e as ressuscitem.

Casarett ficou impressionado com as palestras científicas sobre as formas de resfriar um corpo recém-falecido o mais rapidamente possível e como congelá-lo sem a formação de cristais, que poderiam rasgar os tecidos do corpo em pedaços e espalhar as concentrações de eletrólitos do organismo.

Apesar disso tudo, ele não ficou convencido de que os congelados hoje serão reanimados no futuro com sucesso. “Consigo pensar em um monte de outras maneiras de gastar esse dinheiro”, diz.
 
4. Faça um treinamento em RCP

Soprar dentro da boca de alguém e massagear seu peito podem de fato ajudar muito uma pessoa até que uma ambulância chegue. Em resumo, a RCP (ressuscitação cardiopulmonar) salva vidas.

Até quem não conhece a técnica pode salvar a vida de alguém em parada cardíaca com um desfibrilador automático externo. Estes dispositivos são capazes de detectar um ritmo cardíaco anormal e emitir comandos de voz para guiar mesmo um usuário iniciante a aplicar um choque elétrico para dar maiores chances de sobrevivência a um paciente.

Segundo Casarett, mais pessoas treinadas em RCP e mais desfibriladores disponíveis em locais públicos constituem uma estratégia excelente para revivermos com sucesso mais pessoas. Pena que muitos governos não investem em ideias como esta.
 
3. Ressuscitação não funciona da maneira que você vê na TV

A maior diferença entre a reanimação como mostrada na TV e a realidade é a probabilidade de sucesso. “Na TV, eles fazem parecer muito mais fácil e mais eficaz do que é na vida real”, afirma Casarett.

Um estudo da década de 1990 tentou quantificar essa diferença, e os pesquisadores descobriram que 75% das pessoas que receberam RCP na TV sobrevivem, em comparação com menos de 30% na vida real.

Outra diferença é que as pessoas recentemente ressuscitadas muitas vezes vomitam. Quando você está inconsciente, os seus músculos relaxam, inclusive o músculo do esfíncter na parte inferior do esôfago que normalmente impede que o seu conteúdo estomacal volte para cima. Uma pessoa deitada sobre suas costas recebendo batidas no peito com esse músculo relaxado provavelmente vai cuspir alguma coisa ao ser reanimada, algo que podemos entender por que normalmente não vemos na televisão.
 
2. Morrer não é tão simples como costumava ser, porque há mais maneiras de se reviver

A linha entre “vivo” e “morto” está a ficar cada vez mais estreita graças aos avanços da tecnologia. “Vários médicos com quem conversei me disseram que mesmo cinco anos atrás, quando confrontados com um paciente com paragem cardíaca, seria bastante claro em algum momento que já estavam esgotadas as possibilidades e não havia nada mais que se poderia fazer”, conta Casarett.

Mas agora há mais e mais coisas para tentar. Por exemplo, hoje existem máquinas de oxigenação por membrana extracorpórea que podem retirar o sangue de um paciente com insuficiência cardíaca, oxigená-lo e bombeá-lo de volta para o corpo, mantendo a pessoa viva – ou algo do tipo. “Essa linha está a ficar mais difícil de definir por causa de todas essas tecnologias”, diz.
 
1. Voltar do mundo dos mortos tem um custo

Restaurar a vida pode estar ficando mais fácil com toda a ajuda das novas tecnologias médicas, mas se é uma vida digna de ser vivida é outra questão.

De acordo com Casarett, a qualidade dessa vida pode ser questionável, especialmente quando um paciente revivido nunca recupera a consciência. E depois há a questão que ninguém gosta de falar: a dos custos financeiros, que podem chegar a mais de US$ 20.000 por dia (quase R$ 45 mil).

Conforme a ciência médica avança, podemos esperar mais incríveis histórias de ressuscitação. No entanto, também podemos esperar debates mais difíceis sobre os custos emocionais e financeiros dessas novas tecnologias, e que tipo de vida e morte elas fornecem.
 
In: AD