sexta-feira, agosto 29, 2014

Descubra 22 coisas que você aprendeu de forma errada

Ao longo de nossa vida e da nossa educação, aprendemos uma série de verdades universais que carregamos conosco pelo resto de nossas vidas, repassando esse conhecimento de geração para geração. Algumas dessas questões estão tão enraizadas nas nossas consciências que sequer paramos para questionar se são verdades ou não, enquanto outras podem até passar pelas nossas cabeças, mas o senso comum nos impede de pesquisar.

No entanto, a verdade é que muitos desses “fatos absolutos” não passam de mentiras populares inventadas por personalidades antigas – ou de questões que a ciência já desmentiu, mas pouca gente ficou sabendo. De centopeias ao número da besta, listamos a seguir 22 coisas que todos aprendemos errado.

1 – As centopeias têm cem patas

Não há qualquer registro de um exemplar do pequeno animal que tenha esse exato número de pernas. O total real costuma variar entre 15 e 191 pares.
 2 – Avestruzes enterram a cabeça quando se sentem em perigo 

O historiador romano Plínio foi o primeiro viajante a avistar as grandes aves com a cabeça sob a terra, dando origem ao mito. No entanto, a verdade é que esses animais não fazem isso para se esconder de predadores, mas sim cavam buracos com seus bicos para poderem criar ninhos para seus ovos.


3 – Só existem três estados para a matéria

Na escola, todos aprendemos que a matéria se divide entre os estados sólido, líquido e gasoso, enquanto alguns de nós é ensinado que também existe um quarto estado, o plasma. Na realidade, atualmente já foram descobertos quinze estados físicos, sendo que alguns têm nomes grandiosos como perfil de ionosfera e condensado de Bose-Einstein. Cabe ressaltar, no entanto, que alguns deles só são detectados em condições experimentais extremas.
4 – O planeta Marte é vermelho

Na realidade, ainda não sabemos qual a cor real do nosso gigante vizinho, sendo que ele poderia muito bem ser marrom, laranja ou até amarelo. O que conhecemos de fato é que sua aparência avermelhada quando visto através de um telescópio se deve ao grande acúmulo de poeira em sua atmosfera. 

5 – Dormir rodeado de plantas é perigoso 

O fato das plantas consumirem oxigênio durante a noite e liberarem gás carbônico leva muitas pessoas a acreditar que dormir com os vegetais vivos no quarto pode ser prejudicial á saúde. No entanto, a quantidade de gás emitido é tão pequena que uma pessoa teria que dormir cercada por um verdadeiro pomar em um ambiente hermeticamente fechado para sofre alguma consequência.
 6 – O champanhe é francês

Embora a invenção da bebida normalmente seja atribuída ao monge francês Dom Perignon, o fato é que os burgúndios, um povo germânico, já a conhecia havia um século quando a levaram para a França. Perignon merece crédito apenas por tê-la refinado.

7 – O Everest é a montanha mais alta do mundo

O pico tibetano mede “apenas” 8.848 metros, o que é pouco quando compara ao tamanho do Mauna Kea, um vulcão havaiano que emerge do Pacífico. Embora apenas 4.205 metros do seu tamanho se projetem acima do nível do mar, a maior parte da estrutura (cerca de 6 mil metros) fica escondida embaixo da água do mar. No total, são quase 2 mil metros a mais que o Everest.


8 – Marco Polo era veneziano

A verdade é que o famoso explorador veio ao mundo na ilha de Korchula, que pertence a Croácia. A confusão vem do fato de que, na época, o local estava ocupado pelas tropas de Veneza.

9 – Um dia tem 24 horas

A ciência cunhou a unidade de medida que usamos até hoje para mensurar o tempo, chamada “dia solar médio” – que de fato possui 24 horas exatas. No entanto, os astrônomos apontam que a duração de um “dia solar verdadeiro” varia ao longo do ano, podendo chegar até a 24 horas e 4 minutos.

10 – O primeiro nome de Mozart era Amadeus

O nome verdadeiro do compositor era Joannes Theophilus Wolfgangus Crisóstomo Mozart. O famoso apelido veio de um príncipe prussiano, que ficou tão impressionado com ele que o rebatizou como Wolfgang Gottlieb (palavra alemã que significa “amado por Deus). O artista tomou isso como uma piada e, em cartas trocadas com seus amigos brincava dizendo que o deveriam chamar de Amadeus, a tradução latina do termo.

11 – Os touros se irritam com a cor vermelha

Os animais das touradas são incapazes de distinguir o vermelho de outras cores, diferenciando apenas branco, preto e alguns tons de cinza. Portanto, o que realmente enfurece o bicho não é a cor da capa dos matadores, mas sim os movimentos ondulantes realizados pelos toureiros.

12 – Pai Natal não vem de terras frias

Ainda que as imagens populares pintem o bom velhinho em seu trenó puxado por renas saindo de um ambiente quase polar, a verdade é que São Nicolau de Bari, o santo no qual a lenda é baseada, nasceu em Lycia, no país que hoje conhecemos como Turquia.

13 – A água não tem cor e sabor...

Somente a água destilada apresenta tais características. Tanto o líquido potável quanto o do mar possuem em sua composição íons que dão a ele um tom ligeiramente azulado em um sabor levemente adocicado e refrescante.
14 - ... e só entra em ebulição quanto atinge 100 ºC

Esse é, de fato, o ponto de ebulição da água, mas somente no nível do mar. Quanto maior a altitude, menor temperatura necessária para a água ferver. 

15 – O animal mais comprido do mundo é a baleia azul

Mesmo que já tenham sido encontrados espécimes do grande mamífero marinho com 33 metros de comprimento, isso ainda é muito pouco perto do verdadeiro primeiro lugar. Ganha a disputa o longuíssimo Lineus, uma espécie de verme que pode chegar a até 40 metros de uma ponta à outra.

16 – O Universo é preto

Em 2002, Karl e Ivan Baldry Grazeburg, dois astrônomos da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, fizeram uma medição das cores presentes na luz emitida por 200 mil galáxias. Os resultados levaram a conclusão de que a cor predominante no universo é, de longe, o bege.

17 – Pernalonga é um coelho

Na realidade, o famoso personagem da Warner foi baseado em lebres do gênero Lepus, que se diferenciam dos coelhos pelos seus olhos e orelhas maiores. Embora a inspiração fosse clara nos primeiros desenhos, intitulados “A Wild Hare” (“Uma Lebre Selvagem”, em tradução livre), o animal passou a ser chamado de coelho quando seu criador, Tex Avery, foi acusado de plágio pelo artista David Hare.

18 – O baseball foi inventado nos Estados Unidos

Surpreendentemente, o esporte na realidade foi criado em Cuba. Relatos dos primeiros marinheiros espanhóis a chegar à ilha em 1492 descrevem os nativos praticando um jogo chamado de batos. O passatempo consistia de bater em uma bola de resina com um tronco de madeira, acompanhado por uma dança chamada areito.

19 – O Saara é o maior deserto do mundo

Normalmente associamos a palavra deserto a temperaturas elevadas, o que leva à conclusão de que o gigante arenoso da África é o maior do mundo. Mas a verdade é que o primeiro lugar fica com a Antártida, com seus 14 milhões de quilômetros quadrados e precipitação média anual de 5 milímetros. Em comparação, o Saara possui área de 9,4 milhões de quilômetros quadrados e tem uma precipitação média anual de 127 mm.

20 - As Ilhas Canárias se chamam assim por causa dos pássaros

Segundo um historiados conhecido como Plinio el Viejo, a região foi batizada com esse nome em homenagem a dois cães mastins que o homens da Juba de Mauritania capturaram no local durante uma expedição.

21 – O primeiro animal no espaço foi a cadela Laika

Na verdade, o primeiro bicho vindo da Terra a desbravar o espaço foi uma mosca de fruta que os astronautas norte-americanos enviaram para fora de nossa órbita em um foguete V-2 capturado dos alemães.

22 – O número da besta é 666

Pesquisadores do Museu Ashmolean de Oxford voltaram a estudar os papiros de Oxyrhynchus, que contêm o texto original do Apocalipse de São João. Durante a pesquisa, eles descobriram que foram cometidos erros na tradução que conhecemos, entre os quais está confundir o número 616, que é citado pelo apóstolo como marca do Anticristo, com 666.
 In: Quo

25 fatos científicos que na verdade não passam de equívocos



















25 fatos científicos que na verdade não passam de equívocos


Nós acompanhamos as aulas de física, química e biologia na escola, assistimos a filmes e documentários, lemos notícias que indicam os caminhos mais recentes das pesquisas, mas, mesmo assim, às vezes nos escapa algum equívoco científico.

São informações ou curiosidades sobre diferentes aspectos da ciência que, por algum motivo misterioso, se transformaram em verdades e passaram a ser propagadas entre as pessoas. Para tentar derrubar esses mitos, o site Mental Floss selecionou 50 fatos científicos para serem derrubados. Desses, selecionamos 25 curiosidades que certamente você já acreditou ou conhece alguém que acredita. Vamos a elas:

1. O Brontossauro nunca existiu

Paleontologistas do século 19 colocaram equivocadamente o osso de um camarassauro no corpo de um apatosauro e acreditaram ter descoberto uma nova espécie. O erro foi descoberto em 1903, mas foi só em 1979 que os responsáveis pelo museu onde se encontra a ossada corrigiram o erro.

2. Pterodáctilos não são dinossauros

Não só os pterodáctilos, como também outros tipos de pterossauros, foram contemporâneos dos dinossauros mas, na verdade, foram répteis voadores.

3. O lado mais afastado da Lua não é necessariamente o lado mais escuro

Nós não enxergamos um dos lados da Lua por causa da posição da Terra. No entanto, o lado mais afastado do astro recebe a mesma quantidade de luz solar que o lado que conseguimos ver.



4. A Lua não é a única responsável pelos movimentos das marés

Vale lembrar que a gravidade do Sol também exerce um papel importante sobre as águas do planeta.

5. O Sol não está queimando ou pegando fogo
O que vemos em fotos e representações, na verdade, é um enorme processo químico nuclear em que o Sol promove a transformação de átomos de hidrogênio em hélio.

6. Polaris não é a estrela mais brilhante que vemos no céu

Dependendo da época do ano, Polaris é classificada entre a 46ª e 49ª posição entre as estrelas mais brilhantes, ou seja, existem muitas outras que brilham mais do que ela.

7. As estrelas não cintilam

Ao contrário do que muitos pensam, as estrelas não piscam intermitentemente. Na verdade, elas refletem a luz que transpassa a atmofera, o que acaba, inclusive, distorcendo as imagens que chegam aos nossos olhos.


8. As baleias assassinas não são baleias

Por mais contraditório que isso soe, as baleias assassinas são, na verdade, os maiores mamíferos existentes na família das golfinhos.

9. Água com sal não ferve mais rapidamente

Na verdade, ao acrescentar sal na água, aumentamos seu ponto de ebulição e atrasamos o processo de fervura.

10. As galinhas não precisam de um galo para botar ovos

Ao contrário do que muitos pensam, a presença do galo não interfere na rotina das galinhas poedeiras.
Com ou sem a companhia do macho, elas continuarão colocando seus ovos normalmente.

11. O som que é tradicionalmente associado às águias não é produzido por elas

Certamente você já ouviu o som produzido por uma águia em algum filme ou documentário. No entanto, são as grandes as chances do som que você ouviu não corresponder ao barulho original do animal. O som que tradicionalmente relacionamos à águia-de-cabeça-branca é, na verdade, produzido pelo búteo-de-cauda-vermelha, outra ave comum na América do Norte. 

12. As moscas vivem mais do que 24 horas

Quem nunca ouviu falar que as moscas vivem apenas 24 horas? Pois, na próxima vez em que você estiver sendo perturbado por um desses insetos, lembre-se de que seu tempo de vida varia entre 20 e 30 dias.

13. Os girassóis não apontam para a direção do Sol

Contrariando a crença popular, os girassóis não seguem a trajetória do Sol longo do dia. O que podemos afirmar é que, em geral, as flores apontam para o leste.

14. Os humanos têm mais do que 5 sentidos
Dependendo da definição, é possível dizer que os seres humanos possuem entre 9 e 20 sentidos diferentes. Os estudiosos que defendem essa abordagem consideram o equilíbrio, a aceleração e o poder de sentir dor como outros sentidos, por exemplo.


15. A língua não é dividida em partes sensoriais diferentes

Certamente você já ouviu alguém explicando que as várias regiões da nossa língua permitem sentir melhor o gosto doce, azedo ou ácido dos alimentos. Na verdade, a superfície da língua é equipada de papilas que sentem todos os sabores – doce, salgado, azedo e amargo – por igual.

16. As estações do ano não são determinadas pela distância entre a Terra e o Sol

Na verdade, são os 23,4° de inclinação da Terra que resultam na incidência de Sol variada em diferentes partes do mundo. A distância entre os dois astros não tem qualquer influência sobre as estações.

17. O equinócio não significa que o dia e a noite têm a mesma duração em qualquer parte do mundo

Ao contrário do que se pensa, o equinócio serve para marcar o dia em que a Terra está com seu eixo exatamente perpendicular ao Sol. Esse fenômeno é apenas um alinhamento astronômico que acontece duas vezes por ano e não significa que o dia e a noite terão a mesma duração. Na verdade, é no equinócio que o dia e a noite têm durações mais semelhantes.

18. Um raio pode cair várias vezes no mesmo lugar

Um raio pode – e cai! – mais de uma vez no mesmo lugar. O Empire State Bulding, nos Estados Unidos, é um dos principais prédios que pode derrubar esse mito: a construção foi atingida mais de 100 vezes somente no ano passado. 

19. Os meteoros não caem na Terra pegando fogo

Uma das cenas mais comuns do cinema criou no nosso imaginário a ideia de que os meteoros sempre chegam a Terra (ou qualquer outro lugar que esteja em suas rotas) em chamas. No entanto, isso não é verdade e a ciência já se deparou, inclusive, com meteoros cobertos com gelo.

20. Não existe um produto químico que mude de cor para indicar que alguém fez xixi na água

Alguém já deve ter enganado você com aquela velha história de que existe um produto na água que vai mudar de cor se você fizer xixi. Saiba que essa informação não é verdadeira, mas é muito útil para manter um bom convívio dentro da piscina.

21. O álcool não destrói as células cerebrais

Mas isso não quer dizer que ingerir grandes quantidades de bebidas não vai trazer nenhum tipo de prejuízo para o seu organismo, certo?!

22. O centro da Terra não é formado de matéria líquida

Mais uma vez, por algum motivo misterioso nos levaram a pensar que o centro da Terra é formado por uma matéria líquida. A verdade é que a parte mais central do planeta é constituída de uma densa bola de ferro e níquel.



23. A maior parte dos diamantes não vem do carvão

Difícil acreditar que o mesmo material usado para escrever também pode se apresentar em forma de diamantes na natureza. Mas vale lembrar que os diamantes de carvão são a minoria, já que as pedras preciosas foram descobertas antes das plantas, portanto, antes mesmo do carvão.

24. Galileu Galilei não inventou o telescópio

Na verdade, ele melhorou drasticamente o aparelho que havia sido criado anteriormente.

25. Charles Darwin não é o autor da frase “a sobrevivência do mais apto”

A citação que aparece no capítulo 4 de “A Origem das Espécies” não passa de um empréstimo do filósofo inglês Herbert Spencer, o autor original do conceito.

In: Mental Floss

10 coisas que elefantes e humanos têm em comum
















A verdade é que elefantes não são apenas criaturas incríveis, enormes e cheias de curiosidades, mas também animais inteligentes e com muitas características semelhantes às humanas, como as que você pode conferir a seguir:
 
1 – Laços fortes entre mães e filhos 
 

Da mesma forma que sua mãe ama você, a mamãe elefante morre de amores por seus filhotinhos. Quando um deles está nascendo, sua mãe fica feliz e demonstra essa emoção por meio de gritos e choro.

Depois que o rebento chega ao mundo, a mamãe fica alerta e mantém o filho bem pertinho dela, puxando-o com as patas ou a tromba, deixando claro que ninguém pode chegar perto do recém-nascido. Além disso, o banho do filhote é providenciado pela mãezona e, se o bebê fizer barulhos altos, ela estará ali, de prontidão, para acalmá-lo.

2 – Estruturas sociais
 
 
Sociedades de elefantes têm estruturas complexas e o comportamento desses animais é repassado de geração a geração, sendo que a função de cada um deles é guiada pelo gênero.

Os grupos sociais de elefantes se formam ao redor das fêmeas, já que os machos tendem a ser mais solitários, vagando de grupo em grupo para encontrar diferentes parceiros sexuais. Essa é uma maneira encontrada por eles para procriar em larga escala, uma vez que conseguem ter muitas parceiras diferentes em pouco tempo.

As fêmeas, por sua vez, parecem se preocupar mais com a família e, como citamos no item anterior, dedicam boa parte de sua vida a cuidar de suas crias. A fêmea mais velha de um grupo é a única matriarca dele e, como tal, é respeitada pelos outros membros da manada, que é formada, basicamente, pelas filhas da matriarca e seus bebês, assim como muitos jovens elefantes.

Os machos eventualmente vão abandonar o bando à medida que ficarem adultos, lá pelos 15 anos de idade, para dar início ao processo de acasalamento com todas as fêmeas que conseguir seduzir.

3 – Luto
 
 
Quando um elefante próximo morre, os outros elefantes passam por uma fase de luto, ficando parados ao redor do corpo do morto, em silêncio, por um bom tempo, no que parece ser uma espécie de velório. Eles chegam a cheirar o corpo, tocá-lo e até mesmo acarinhá-lo. Em alguns casos, o grupo chega a carregar um osso ou uma presa, como uma forma meio mórbida de ter uma “lembrancinha” do falecido.

Quando um bebê elefante morre, sua mãe geralmente fica ao lado do corpo durante dias e chega inclusive a passar por uma espécie de depressão depois do ocorrido. Essa depressão é reconhecida quando a fêmea passa a andar mais devagar, distanciando-se do restante da manada, sem se preocupar com isso.

4 – Enterro
 
 
Já se sabe que elefantes não só ficam de luto, mas também fazem rituais de sepultamento em alguns casos. Eles geralmente cobrem o corpo do morto com terra e grama. Isso depois, é claro, de ficarem um bom tempo ao redor do falecido para se certificar de que o animal foi, de fato, dessa para uma melhor.

5 – A boa e velha empatia
 
 
Essa talvez seja uma vantagem dos elefantes em relação aos humanos — afinal, a capacidade de se colocar no lugar do outro antes de julgar ou ser maldoso não é algo que vemos muito por aí, infelizmente.

Um estudo publicado no início deste ano mostrou que elefantes asiáticos têm a capacidade de sentir empatia e compaixão por elefantes que passam por momentos de stress. Para demonstrar carinho e atenção, um elefante geralmente conforta o outro com sua tromba enquanto faz alguns barulhos amigáveis.

6 – Memória de elefante
 
 
Não é à toa que esses animais são conhecidos por sua boa memória. Elefantes conseguem se lembrar de quando foram feridos e, inclusive, guardam remorso contra aqueles que os feriram. Um estudo recentemente revelou que elefantes africanos agem com desdém diante da presença ou apenas do cheiro de roupas usadas por guerreiros masai.

Esse povoado africano é temido por elefantes, uma vez que os animais já sabem que eles representam perigo. O povo masai tem o costume cultural de ferir elefantes como demonstração de masculinidade.

Há indícios, inclusive, de que esses animais conseguem se lembrar de treinadores que os maltrataram no passado.

7 – Elefantes just want to have fun
 
 
Apesar de rancorosos, esses animais gostam de se divertir, especialmente os mais jovens. Eles gostam de fazer bagunça na água e empurram uns aos outros só de sacanagem. Além disso, elefantes têm o costume de chamar os que estão longe quando sabem que um pródigo está retornando ao grupo. É quase como se marcassem uma festinha.

Esses gigantes até mesmo choram de alegria ou alívio quando uma situação de perigo ou sofrimento é superada. Foi o que aconteceu quando um elefante indiano foi resgatado depois de 50 anos de cárcere e abuso: ele chorou, emocionado.

8 – Poliglotas
 
 
O asiático elefante Koshik já provou que não só entende algumas palavras coreanas como é capaz de reproduzi-las à sua maneira. Como se não bastasse, já se sabe que elefantes africanos são capazes de diferenciar gêneros e etnia ao ouvir vozes humanas, de acordo com um estudo divulgado no início do ano.

Outra pesquisa, feita em 2013, revelou que elefantes conseguem entender os gestos feitos por humanos, coisa que nem os primatas, os animais mais próximos de nós, conseguem.

9 – Canhotos e destros
 

A maioria das pessoas tem uma mão dominante, não é mesmo? Com os elefantes acontece a mesma coisa, mas com relação a suas presas — eles não usam as duas da mesma forma e com a mesma frequência. Elefantes usam a presa dominante para realizar tarefas como cavar buracos e achar raízes de árvores. A presa “reserva” é usada apenas quando a dominante está comprometida.

10 – Espelho, espelho meu
 
Além de humanos, primatas e golfinhos, só os elefantes conseguem se reconhecer quando diante de um espelho. Uma pesquisa recente avaliou a reação desses animais em frente ao espelho e um deles inclusive reconheceu uma marca no próprio rosto enquanto admirava seu reflexo. Aliás, saber que se trata de um reflexo e não de outro animal é algo raro, mas os elefantes mandam muito bem em mais esse quesito.
 
In: Discovery

6 mentiras em que tu sempre acreditaste... até hoje!

Como você sabe, todos nós crescemos ouvindo uma série de mentiras e, de tanto escutá-las, acabamos acreditando nelas. Um exemplo dessas “verdades de mentirinha” é aquele papo de que os humanos apenas utilizam 10% da capacidade cerebral, outro é aquela velha história de que Napoleão Bonaparte era baixinho.
 
 
In: MG

Você sabe tudo sobre a morte?

Todos nós, sem exceção, nascemos, vivemos e morremos. Entre essas três fases, a menos conhecida é a morte, afinal já sabemos o que é preciso fazer para que uma nova vida exista, sabemos como são os partos e sabemos como é a vida. Mas e a morte? Como ela fica no meio – ou melhor, no fim – disso tudo? A verdade é que você sabe bem menos do que imagina. Confira a seguir alguns fatos bastante interessantes a respeito do final da vida:

O que acontece com o seu corpo?
 
 
Você já ouviu falar que cabelos e unhas continuam crescendo mesmo depois da morte, não é mesmo? Na verdade, o que acontece é que o cadáver vai desidratando e encolhendo, fazendo com que unhas e cabelos pareçam maiores por estarem mais expostos.

Já quando o assunto é secreção, logo após a morte é possível que você faça xixi, cocô e, no caso dos meninos, que até tenha uma ejaculação. Isso acontece porque as funções cerebrais são totalmente desligadas, e os mecanismos que controlavam seu corpo, muitas vezes sem que você se desse conta, param de funcionar. O corpo fica mais relaxado e essas situações podem acontecer.

No caso dos homens, de novo, se um indivíduo morre com o rosto virado para o chão, o sangue tenderá a ir para a parte do corpo que está virada para baixo, o que poderá causar uma ereção. Então, se um dia você se deparar com uma situação dessas, tente não se assustar tanto – é possível mesmo que isso aconteça.

Depois de uma semana de morte, sua pele já sairá facilmente do seu corpo e, após um mês, dentes e todas as outras partes vão começar a simplesmente se desvencilhar de você.

E aquela história da vida diante dos olhos?
 
Sabe aquilo que você vê em filme? A pessoa vai morrer e, segundos antes, parece se lembrar de momentos marcantes de toda a sua vida. Será que isso é mesmo verdade? Estudos recentes indicam que o cérebro fica em estado de alerta segundos antes da morte, mesmo com a diminuição de oxigênio.

Esse estado de alerta pode levar a pessoa a ter a experiência da “vida diante dos olhos” e até mesmo da “luz no fim do túnel” – nesse segundo caso, tudo indica que a culpa é da falta de oxigenação mesmo, que causa danos à visão.

Quando alguém está realmente morto?
 
 
Novas pesquisas realizadas na Grã Bretanha indicam que alguns diagnósticos de morte cerebral podem estar simplesmente errados. Isso tudo graças ao número não muito baixo de pessoas que, depois de declaradas mortas, “ressuscitaram”. Só no país da Rainha Elizabeth, são três casos desses ao ano.

Ao que tudo indica, mesmo depois que as atividades cerebrais parecem ter parado completamente, pode ser possível ressuscitar um paciente, e é nisso que muitas pesquisas se baseiam, na tentativa de descobrir qual é o verdadeiro momento final e qual é o ponto em que ainda se pode ter esperança.

Morrer é barato?
 

Não, não é. E você deve fazer ideia disso. Serviços funerários, locação de espaço, caixão, flores, transporte, túmulo... Tudo isso é bastante caro. Além do mais, você já parou para pensar que os cemitérios podem ficar superlotados?

Em Nova York é cada vez mais difícil achar um lugar para sepultar pessoas. A alternativa que está ficando mais popular – e também mais barata – é a cremação. Nós sabemos que esse não é o assunto favorito de ninguém, mas não custa já ter em mente o que você gostaria de fazer e alertar quem está por perto.

Quantas pessoas estão morrendo agora?
 
 
Nos EUA, uma pessoa morre a cada 12,1 segundos; no Reino Unido, a cada 54,2 segundos; no Japão, a cada 25,3 segundos; no Marrocos, a cada 3,5 minutos; e, no Brasil, a cada 24,7 segundos. Nos últimos três minutos, cerca de 260 pessoas morreram em todo o mundo.

Legalmente morto?
 
 
Você pode ser declarado legalmente morto mesmo enquanto ainda estiver vivo, sabia? Em muitos casos de desaparecimento, depois de algum tempo de investigações sem sucessomuitas pessoas são consideradas mortas. O problema é que depois, caso o “morto” reapareça, não é assim tão simples ser considerado um cidadão vivo novamente.

Um caso bastante famoso que exemplifica essa dificuldade aconteceu em Ohio, nos EUA, depois que um homem chamado Donald E. Miller Jr. foi considerado morto. Sua esposa começou a receber pensão e, depois de alguns anos, o “falecido” reapareceu, mais vivo do que nunca, querendo sua vida de volta, seus documentos, seu direito de ser um cidadão e de ter uma vida normal.

O problema foi que o juiz que havia o declarado morto não quis desfazer a declaração, alegando que, se esse fosse o caso, a esposa do ex-falecido deveria repor todo o dinheiro que recebeu durante o sumiço do marido, o que causaria grandes problemas financeiros a ela e à nova família que a “viúva” constituiu. Um dos argumentos usados pelo juiz foi o de que declarações de morte não podem ser revertidas. O que você faria em uma situação como essa?

Há como escapar da morte?
 
 
Ainda não, mas a Google tem um projeto novo chamado Calico, que nada mais é do que uma tentativa de impedir o envelhecimento, sendo que isso pode significar apenas 10 anos extras de vida ou, se tudo der certo, muito mais do que isso — talvez até a eternidade. Será? Pouca coisa foi divulgada sobre o Calico: o que se sabe é que grandes cientistas estão envolvidos nos estudos, incluindo professores do setor de Medicina de Harvard. Além da Google, há mais um grande projeto com a mesma busca pela imortalidade, lançado pelo pesquisador russo Dmitry Itskov, que já tem até data para sua conquista: 2045. De acordo com ele, daqui a 31 anos já será possível ser imortal com a ajuda de corpos robóticos para os quais cérebros humanos poderão ser transferidos, conseguindo a façanha estranha de viver para sempre nesse corpo eterno. 
 
Qual a tua opinião?
 
 

Mito ou verdade: Perdemos mais calor corporal pela cabeça?

Quem nunca ouviu um “Coloque alguma coisa na cabeça!” da própria mãe nos dias muito frios? 
A recomendação é pra lá de comum e normalmente se baseia na crença de que a maior parte do calor produzido pelo seu corpo escapa para o ambiente pela cabeça, ou que essa parte do corpo é mais suscetível a quedas de temperatura do que o resto. No entanto, essa ideia popular não passa de um mito.

A lógica por trás dessa afirmação normalmente é explicada com a combinação da grande quantidade de sangue na região e da falta de elementos isolantes, como gordura. Nos Estados Unidos, a lenda ganhou força por causa da má interpretação de uma cartilha militar da década de 1960. Na época, as forças armadas norte-americanas fizeram estudos para analisar a perda de calor corporal em temperaturas extremamente frias.

O resultado desses testes deu origem a uma parte do manual que afirma que uma pessoa “pode perder de 40 a 45% da energia térmica do corpo por conta de uma cabeça desprotegida”. O problema é que a frase está fora de contexto, já que na ocasião do estudo as cobaias vestiam trajes especiais contra baixas temperaturas, mas não tinham nada sobre a extremidade superior – o que elimina a surpresa de terem maior perda de calor na região.
 

Então como funciona?


Na realidade, a quantidade de energia térmica liberada por qualquer parte do corpo depende fortemente de sua área de superfície. Se o experimento descrito acima fosse conduzido com pessoas vestindo apenas trajes de banho, elas teriam perdido calor de forma mais ou menos equilibrada pelas partes expostas, limitando a quantidade que sai pela cabeça a cerca de 10% – que é a percentagem aproximada da superfície corpórea representada pela região.

Maior exposição de pele resulta em perda mais acentuada de calor corporal. Portanto, se você proteger seu corpo com mais camadas de roupas durante um dia frio, a tendência é a energia térmica escapar pelas áreas menos isoladas. Dessa forma, se sua cabeça é a única perda descoberta, então você certamente perderá mais por lá – o que não significa que, de forma geral, a afirmação seja correta.

Outro fator que provavelmente ajudou a perpetuar o mito é o fato de que a cabeça, face e parte superior do peito são até cinco vezes mais sensíveis a mudanças de temperatura do que outras partes do corpo. Ao cobrir essas áreas, sentimos que estamos prendendo mais calor, ainda que proteger áreas com quantidade de superfície similar tenha o mesmo efeito. Moral da história? Escute sua mãe, mas não cubra só a cabeça.
Curiosidades adicionais


O corpo responde a temperaturas baixas de duas formas: a primeira é restringindo a circulação de sangue nos braços e pernas, o que ajuda a proteger o cérebro e órgão vitais, mas deixa os dedos suscetíveis a congelamento, literalmente os sacrificando pelo bem maior; a segunda é a tremedeira, que faz com que os músculos gerem calor;
 
Outro mecanismo de conservação de energia térmica é o arrepio, que embora não tenha efeitos consideráveis nos seres humanos, serve como forma de aumentar a camada isolante dos pelos ou penas em outros seres vivos;
 
As manchas de uma girafa são mais do que apenas camuflagem: embaixo de cada uma delas há um sistema de circulação de sangue que serve como uma espécie de janela térmica, permitindo a liberação de calor corporal.


In: Today I Found Out

5 mitos sobre o mundo animal.. desvendados!

Quando o assunto é o mundo animal, é sempre melhor ter mais dúvidas do que certezas. Mas como a curiosidade é uma das principais características do homem, você certamente já leu ou ouviu algumas informações sobre os animais que não estão exatamente corretas.

Misteriosamente, essas histórias se espalham entre as pessoas e acabam por cair no senso comum e se tornam quase uma verdade absoluta. Mas o site Today I Found It criou um infográfico para explicar os principais mitos que envolvem os animais.
 
Os factos estão narrados em ingles, acessa este link
 
Mito 1: Cada ano de vida de um cachorro equivale a sete anos de um humano  
 
Calcular a idade de um cachorro não é tão simples quanto multiplicar seus anos de vida por sete. Essa regrinha matemática usada para determinar o tempo de vida canino foi derivada da relação de que a vida de um cão é 1/17 da vida de um humano. No entanto, determinar a idade exata de um animal é um processo mais complexo, em que é preciso levar em consideração fatores como o peso, a raça e as condições de saúde do bichinho.

Para exemplificar, é possível pensar na divisão dos cães em quatro grupos: pequeno porte (até 9 quilos), médio porte (9,5 a 22,5 quilos), grande porte (23 a 40 quilos) e porte gigante (acima de 41 quilos). Cachorros de grande porte já são considerados idosos com cinco anos, enquanto os cães pequenos são considerados velhos quando alcançam a marca dos 10 anos.

Em geral, podemos considerar que, após os dois primeiros anos, cada ano adicional vivido por um cão de pequeno e médio porte corresponderá a cerca de cinco anos humanos. Já em cachorros grandes e gigantes, cada ano de vida equivale entre seis e sete anos humanos. Para entendermos melhor, isso significa que, aos 10 anos, um dog-alemão pode ser considerado um cão de 70 anos, enquanto um pug teria uma idade equivalente a apenas 64 anos.

Mito 2: Morcegos são cegos 
 

Quem nunca ouviu dizer que os morcegos são cegos e se orientam pelo som? Pois é. Mas isso não passa de mais um mito do mundo animal. A verdade é que as mais de mil espécies existentes de morcegos enxergam bem. Mas é importante ressaltar que sua visão não é tão boa assim se comparada com outros animais de caça com hábitos noturnos.

Os morcegos se dividem em dois grupos que possuem um ancestral comum. Os Megachiroptera têm tamanho médio e grande, se alimentam de frutas e pequenos animais e usam a visão e a audição para conseguir alimentos. Já os Microchiroptera – que somam cerca de 70% de todos os morcegos – são pequenos, consomem insetos e utilizam ecos para se locomover e identificar a comida.

Acreditava-se até então que as espécies pequenas de morcego não possuíam cones em seus olhos, que são as células responsáveis pela visão diurna nos mamíferos. Recentemente, cientistas comprovaram que esses animais, mesmo tendo uma visão fraca, podem enxergar normalmente durante o dia. Isso significa que não existe nenhum morcego naturalmente cego, mas sim espécies com audição aguçada e que acabam usando mais esse sentido do que os outros, o que não significa que seus olhos não funcionem adequadamente.

Mito 3: Camaleões mudam de cor para se camuflar em um determinado ambiente
 
 
Esse é mais um dos mitos que você certamente ouviu muito quando era criança, além de até mesmo ter visto alguns animais mudarem de cor em programas de televisão. Mas a verdade é que a mudança de cor dos camaleões não é motivada pelo ambiente em que eles se encontram, e sim pelo seu humor, temperatura, saúde, comunicação e iluminação.

Primeiramente, não são todos os camaleões que conseguem trocar de cor, e alguns têm sua habilidade limitada a cores como verde, marrom e cinza. Por outro lado, algumas espécies conseguem se transformar completamente e sua coloração inclui rosa, azul, vermelha, laranja, verde, preta, marrom, amarela, azul-turquesa e muitas outras cores.

A lógica é que os animais optam por cores escuras em climas frios, quando aproveitam para se expor ao sol. Já em dias mais quentes, as cores claras ajudam a refletir os raios e espantar o calor. Mas a maioria das mudanças de cor realmente acontece para que os camaleões possam se comunicar. O camaleão-pantera, por exemplo, escolhe o amarelo e o vermelho para demonstrar que está pronto para atacar. Outras espécies de camaleões escolhem uma mistura de cores fortes e vibrantes para atrair e impressionar as fêmeas.

Mito 4: Os poodles são originários da França
 
 
Embora esse cachorro todo ajeitadinho seja uma ótima representação do estereótipo francês, sua origem foi identificada na Alemanha com influências da Rússia e da Dinamarca.

O nome da raça teria vindo da palavra “pudel”, que significa “espirrar água” ou “aquele que brinca na água” em alemão. Já o nome “poodle” é inglês e tudo indica que teve sua origem na palavra alemã.

Pouco tempo depois de surgir na Alemanha, a raça se popularizou na França e permitiu que o poodle fosse considerado o cão nacional no país nos dias de hoje. Na França, a raça é conhecida por “caniche”, que significa “cão-pato”, já que originalmente o animal era usado como cão de caça e treinado especialmente para caçar na água.

Mito 5: Quando pegamos um filhote de pássaro, os pais sentem o cheiro e o rejeitam
 
 
Todo mundo que já quis tocar em um filhote de passarinho ouviu a mesma história: não podemos encostar nos animaizinhos porque depois os pais sentem o cheiro das nossas mãos e rejeitam o filhote. Mas você sabia que isso não passa de mais um mito do mundo animal?

Na verdade, o olfato dos pássaros é pouco eficiente, então, na maior parte dos casos, eles não vão chegar a notar que um humano tocou nos filhotes. Ainda, grande parte das espécies de pássaros demora a abandonar seu ninho mesmo quando ameaçada, preferindo tentar defender seus filhotes.

Às vezes, os pais podem se afastar do ninho apenas para observar se a ameaça volta a rondar. Mas esse comportamento é estimulado pela visão e não pelo olfato. Se eles realmente sentirem algum odor diferente, ficarão somente mais atentos com os arredores.

Acredita-se que esse mito tenha sido criado por pais que queriam evitar que seus filhos mexessem nos ninhos, tanto pelo bem dos filhotes quanto para evitar que as crianças fossem atacadas pelas aves.