terça-feira, setembro 16, 2014

Porque erram tanto os meteorologistas?

É mais fácil olhar para o céu quando acordamos para ver se o tempo é de chuva, do que acreditar na previsão do tempo do dia anterior de que vai chover, não é mesmo?

No entanto a previsão do tempo pode estar errada. Mas, segundo a professora de engenharia mecânica Julie Crockett, da Universidade Brigham Young (EUA), adverte que estas circusntâncias podem não ser culpa dos meteorologistas.

De acordo com Crockett, os cientistas podem cometer grandes erros porque os modelos que utilizam para prever o tempo não podem controlar com precisão elementos altamente influentes, chamados de ondas internas.

Por exemplo, em 2011, meteorologistas de Utah (estado americano) previram uma enorme tempestade de inverno antes do feriado de Ação de Graças (em novembro). Escolas estaduais cancelaram aulas e enviaram as crianças para casa mais cedo para evitar a tempestade – que nunca veio.
 
Crockett explica que ondas atmosféricas internas são ondas que se propagam entre camadas de ar de baixa densidade e de alta densidade. Ondas internas também existem nos oceanos, entre camadas de água de baixa densidade e de alta densidade. Estas ondas, muitas vezes visíveis do espaço, afetam a circulação geral dos oceanos, e fenômenos como a Corrente do Golfo. 


Ondas são movimentos periódicos que ocorrem em interfaces. Se a coluna de água consiste de uma camada superior e uma camada inferior mais densa, a interface entre as camadas pode estar sujeita ao movimento das ondas. Este movimento, que não afeta a superfície, é um exemplo de ondas internas.

Apesar de serem difíceis de descrever, quase todo mundo já viu ou sentiu essas ondas na atmosfera. Por exemplo, padrões de nuvens compostos de linhas repetidas são o resultado de ondas internas, e turbulência de avião acontece quando ondas internas se encontram e quebram.
 
“As ondas internas são difíceis de capturar e quantificar conforme se propagam, depositam energia e se movimentam ao redor”, diz Crockett. “Quando os meteorologistas não as contabilizam em pequena escala, o resultado em grande escala se torna menos estável, e, às vezes, um pouco de incerteza é o suficiente para estar completamente errado sobre o tempo”. 























Embora seja impossível dizer com certeza, ondas internas podem ter sido o fator que causou o erro de previsão em 2001 em Utah: elas podem ter causado circulações de vento mais fortes, quebrando a tempestade e fazendo com que nunca se materializasse.

“Quando ondas internas depositam a sua energia, podem forçar o vento a ir mais rápido ou mais devagar, de tal forma que podem melhorar os padrões meteorológicos de grande escala ou tipos extremos de eventos”, explica Crockett. 
 
Ambas ondas oceânicas e atmosféricas internas possuem uma quantidade significativa de energia que pode alterar o clima. Por conta disso, Crockett estuda os seus detalhes, como a relação entre grandes e pequenas ondas internas e a maneira com que influenciam a altitude onde a energia das ondas é depositada.
 
Para acompanhar a energia das ondas, Crockett as gera em um tanque em laboratório, e analisa todos os aspectos de seu comportamento. A pesquisadora quer determinar exatamente como as mudanças climáticas afetam as ondas, e como essas ondas por sua vez afetam o clima. Com base nisto, poderá desenvolver um melhor modelo que permitirá uma melhor previsão do tempo. “Compreender como ondas movimentam energia é muito importante para eventos climáticos de grande escala”, afirma Crockett. “Nossa pesquisa é muito importante para este problema, mas não o resolve totalmente”. 

sexta-feira, agosto 29, 2014

O que é essa mancha estranha no sol?





























Essa foto incrível registrou uma mancha estranha e nada peculiar no sol. Mas o que seria isso? Um pássaro? Um avião? O Super-Homem?!

Não… Nada disso. Aliás, bem longe disso.

Em se tratando de universo, seria bem aceitável que essa manchinha fosse uma bizarrice sem explicação, daquelas coisas que deixa toda a comunidade científica com a pulga atrás da orelha. Pelo menos hoje, esse não é o caso.

O pontinho no sol

Esse pontinho que aparece na foto é um velho conhecido nosso. É o planeta mercúrio!

Se você olhar de perto, vai ver que o ponto é perfeitamente redondo, assim como o planeta.

Essa imagem é resultado de um tipo incomum de eclipse solar que aconteceu em 2006. Geralmente, é a lua terrestre que faz os eclipses no sol. Nessa ocasião, ela cedeu a vez ao planeta Mercúrio.

Como a lua nova antes de um eclipse solar, a fase de Mercúrio tornou-se um crescente continuamente mais fino conforme o planeta evoluiu em direção a um alinhamento com o sol. Eventualmente, a fase de Mercúrio caiu para zero e o ponto escuro do planeta cruzou nossa estrela-mãe. A situação poderia tecnicamente ser rotulada como um eclipse anular mercuriano com um extraordinariamente grande anel de fogo.

Inusitado, não é?

O próximo eclipse solar mercuriano ocorrerá em 2016.

In: NASA

Conheça 5 mistérios que intrigam a humanidade

Conheça 5 mistérios que intrigam a humanidade

Uma das grandes verdades dessa vida é que não importa o quanto você saiba sobre qualquer assunto, você nunca vai saber tudo. Nunca. E, em alguns casos, a humanidade, de um modo geral, nunca vai ter certeza, até porque não adianta negar: alguns mistérios parecem ser mesmo impossíveis de se resolver. Duvida? Então confira a lista abaixo:

1 – A pirâmide Hellenikon


Se você pensa em pirâmides feitas com pedras gigantes, é normal que imagine que essas construções existem no Egito, certo? Certo, mas nem tanto. A Europa tem algumas pirâmides também. Só na Grécia pelo menos 16 desses monumentos já foram encontrados, sendo que a pirâmide grega mais famosa é a Hellenikon, na cidade de Argos.

O fato é que ninguém sabe ao certo como essa pirâmide foi construída. A primeira menção a ela foi feita pelo do geógrafo e viajante Pausânias, que se referiu a ela em sua obra “Descrição da Grécia” como uma construção muito semelhante a uma pirâmide egípcia. Segundo Pausânias, a pirâmide servia de tumba para as pessoas mortas em uma batalha ocorrida nos arredores.

Até mesmo a estimativa de construção do monumento tem diferentes versões: alguns historiadores defendem que a pirâmide foi erguida em 3000 a. C.; outros, que ela foi feita em 2720 a.C. – isso tudo com uma margem de erro de 720 anos. Se isso estiver correto, a pirâmide grega pode ser mais antiga do que as pirâmides egípcias.

A idade da construção é só mais um mistério sobre ela. O fato é que ninguém sabe quem a ergueu e com que finalidade.

2 – Os sapatinhos encontrados em templos egípcios


Uma expedição para o Egito em 2004 fez com que alguns arqueólogos encontrassem um novo tesouro histórico. Dentro de uma jarra posicionada no meio de outras duas jarras e encostada em uma parede de tijolos de argila foram encontrados sete sapatos.

Desses, dois pares eram de criança e os outros, de um adulto possivelmente manco. De acordo com o arqueólogo Angelo Sesana, esses sapatos ficaram escondidos por mais de 2 mil anos!

O especialista em sapatos antigos, Andre Veldmeijer, chamou a descoberta de “extraordinária”, uma vez que os itens estão muito bem conservados. Depois de uma análise, conclui-se que os sapatos eram provavelmente caros e representavam status – viu só! Não é de hoje.

O mistério envolvido com a descoberta dos sapatos escondidos e sobre como ninguém aparentemente sabia a respeito do esconderijo – aliás, o que teria acontecido com o dono dos sapatos, que provavelmente morreu sem tirá-los do lugar? O mistério aqui é: o que será que fez com que alguém escondesse os sapatos e nunca mais voltasse para busca-los?

3 – A pedra gigantesca submersa no mar da Galileia


Uma descoberta acidental feita em 2003 ainda impressiona cientistas e pesquisadores em todo o mundo, tanto que a novidade em si só foi divulgada em 2013. Trata-se de uma estrutura gigantesca que está ao fundo do mar da Galileia.

Shmuel Marco, o geofísico que divulgou o achado, disse, em uma entrevista à CNN, que a estrutura antiga pode ter sido um berçário marinho, ainda que a maioria dos cientistas acredite que a estrutura estava situada na terra e, eventualmente, acabou submersa com o passar do tempo.

A tal pedra é feita de basalto e tem forma cônica, sendo que sua base mede 70 metros e sua altura é de 10 metros. O peso? Nada mais nada menos que 60 mil toneladas. Estima-se que a idade do material seja algo entre 2 mil e 12 mil anos. Essa idade foi estimada por meio do cálculo da quantidade de areia acumulada sobre a base da estrutura.

O arqueólogo Dani Nadel reparou que a pedra tem formas similares às de outras tumbas da região. Ele acredita, portanto, que a estrutura possa ter sido usada com a finalidade de sepultamento. Além disso, Nadel chama a atenção para o fato de que a pedra aparentemente foi construída com pedras de pelo menos 100 kg. Ainda assim, a idade do material encontrado e o propósito de sua existência continuam sendo informações desconhecidas.

4 – A senhora no trono cravado


É pelo nome acima que uma das descobertas arqueológicas mais curiosas de todos os tempos é conhecida. Acredita-se que o artefato seja de 2700 a.C., só para você ter ideia. O arqueólogo italiano Massimo Vidale chama a atenção para o aspecto moderno da escultura.

O artefato é, na verdade, um tipo de charrete que tem em sua ponta uma espécie de cabeça de touro. Dentro do veículo há 15 pessoas. Há traços das cores vermelha, amarela e preta. Algumas das figuras masculinas usam o mesmo tipo de adorno ao redor do pescoço e na cabeça. Além disso, eles usam uma espécie de toga em formato cônico.

Uma figura feminina é vista sentada no que é descrito como um “trono cravado”, o que deu origem ao nome do adorno. Estudos feitos pela equipe de Vidale concluíram que o objeto é uma herança da civilização hindu, mas não se sabe ao certo qual é o significado ou o propósito do objeto.

Também não há evidências de que os hindus usavam qualquer tipo de veículo de rodas e não há como saber também se o artefato foi usado para usar em algum tipo de ritual ou por qualquer outro propósito.

5 – A múmia gritando


Encontrada em 1886, a múmia com essa expressão agonizante tem sido objeto de especulação desde então. O corpo mumificado, além de ter esse aspecto assustador, tem todos seus órgãos internos intactos, um acontecimento extremamente raro.

De acordo com o arqueólogo Bob Brier, há duas explicações possíveis para a expressão agoniante do rosto da múmia: a primeira é que ela tenha sido vítima de assassinato; a segunda tem a ver com a preservação perfeita do corpo, o que pode ter sido proporcionado por alguma pessoa próxima ao morto. Outros cientistas acreditam que a pessoa possa ter sido envenenada ou queimada viva.

Um documentário exibido pela National Geographic em 2008 investigou a possibilidade de a múmia ser o Príncipe Pentawere, filho do faraó Ramsés III, que era suspeito de planejar o assassinato do próprio pai. Documentos antigos do século XII apontam que uma das esposas do faraó fazia parte de uma conspiração para tentar mata-lo e, assim, ajudar Pentawere a conseguir o trono.

Acredita-se que quando o plano foi descoberto, Pentawere foi envenenado pela esposa do rei, como forma de punição. Em seguida, ela teria enrolado o corpo do enteado em lã de carneiro e feito o ritual de mumificação. Se essa é mesmo a história, o grito no rosto da múmia pode ter sido provocado pela dor do envenenamento. Ainda assim, não se pode ter certeza de nada, até mesmo porque nem se sabe se a múmia é mesmo o príncipe.

Algumas teorias afirmam que a boca da múmia está aberta apenas porque a cabeça do morto pode ter ficado posicionada para trás, ocasionando a abertura da mandíbula. E aí, você já tinha visto essa múmia bizarra antes? 

7 formas muito bizarras de "ler" a sorte

Muitas pessoas buscam algumas respostas para situações de suas vidas em algumas práticas de vidências ou adivinhações, frequentando cartomantes, jogadores de tarô ou outros tipos de métodos. O mundo está (e esteve no passado) cheio de tipos, dos mais simples aos mais absurdos, de formas de ler a sorte. Confira abaixo algumas das mais bizarras.


7 – A vidência dos galináceos

























A alectromancia era a prática de prever o futuro através do poder de adivinhação dos galináceos! Primeiro, um frango (ou um galo, de preferência) era colocado no meio de várias pilhas de grãos. Cada pilha representava uma carta e a resposta para cada pergunta feita para o bicho era revelada de acordo com a pilha que era bicada por ele.

O ritual era preparado com o galo, que devia ser branco, tendo as suas garras cortadas e envoltas em pele de cordeiro. Depois, o animal era deixado bastante tempo sem comida, para ter fome durante a cerimônia e bicar os montinhos. Depois disso, os “organizadores” entoavam uma “oração mágica”, colocando o bicho no meio dos grãos.

E mais um detalhe: isso tudo tinha de ser feito quando a Lua ou o Sol estivessem na constelação de Áries ou não funcionaria. A “ciência” da adivinhação dos galos foi tida como a que previu o sucessor do imperador romano Valente (Flávio Júlio Valente 328-378 d.C.), embora os detalhes sejam vagos e muitas vezes contraditórios.

Alguns dizem que o próprio Valente ordenou a adivinhação para que ele pudesse encontrar e eliminar todos os possíveis adversários que iriam tentar tomar o trono dele.

6 – Haruspacia




Haruspacia significava prever e até mesmo influenciar o futuro através do estudo detalhado das entranhas de animais, geralmente o fígado. Apesar de ter sido a mais famosa usada pelos romanos, esta era, na verdade, uma prática etrusca.

Acreditando que seu deus Tages as transmitiu aos seus seguidores, os etruscos continuaram a usar o método mesmo depois que sua civilização foi assimilada no Império Romano. E os romanos viram a haruspacia e seus praticantes como muito poderosos, tanto que até o filósofo romano Cícero escreveu sobre eles.

O mais famoso “mago” da haruspacia tinha o nome de Spurinna. Ele era muito respeitado em sua época e foi chamado por ninguém menos do que Júlio César para fazer previsões. Sua previsão mais famosa foi mais tarde imortalizada por Shakespeare em sua peça sobre o imperador condenado.

O adivinho advertiu César: "cuidado com os idos de março", o que correspondeu a 15 de março, o dia em que ele foi assassinado. Embora isso possa parecer estranho, tem sido sugerido que Spurinna já tinha conhecimento sobre a trama por trás do assassinato de César.

5 – Astrologia do periquito


Originalmente do sul da Índia, a “astrologia do papagaio” ganhou mais popularidade em Cingapura com essa nomenclatura. Mas, apesar do nome, os pássaros usados para adivinhar o futuro são, na verdade, os periquitos, geralmente verdes. Apesar de cada cartomante ter seu estilo único, uma sessão geralmente começa com o cliente dizendo o seu nome, enquanto a cartomante dispõe uma série de cartas baseadas em cosmologia indígena.

Feito isso, o condutor da sessão abre a gaiola, o periquito sai e seleciona uma carta para determinar a sorte do cliente. Depois de escolher, o pássaro retorna à sua gaiola. Surpreendentemente, um periquito “vidente” chamado Mani previu com sucesso os classificados das quartas de final da Copa do Mundo de 2010 da FIFA.

No entanto, o bichinho não conseguiu prever o vencedor da Copa daquele ano. Apesar da fama de Mani, a astrologia dos periquitos é uma arte em decadência, pois os cingapurianos estão perdendo a fé na capacidade dos bichos.

4 – Escatomancia (ou “Cocologia”)


A escatomancia, ou adivinhação através das fezes, já data de séculos de existência e várias maneiras de ser realizada. A mais conhecida foi desenvolvida no Egito antigo, onde o movimento de escaravelhos (uma espécie de besouro) era analisado, enquanto eles estavam envoltos em esterco.

Outra modalidade antiga realatada dizia que patos eram colocados em uma área fechada, onde comiam e defecavam enquanto um leitor da escatomancia “lia” os dejetos. Outros liam o significado das fezes das próprias pessoas, tentando adivinhar algo através da análise da forma, textura e até cheiro de excremento. Agradável, não é mesmo?

3 – “Aspargomancia”


Uma “aspargomante” residente na Inglaterra, chamada Jemima Pacoti, afirma ser capaz de prever o futuro usando aspargos. Ela diz que tem lido aspargos desde que tinha oito anos, tendo herdado o "dom" de sua avó, que praticava também a leitura de folhas de chá.

Seu método de adivinhação equivale a jogar os legumes no ar e analisar a forma como eles pousam. Para seu crédito, ela previu um forte desempenho da Inglaterra nos Jogos Olímpicos de 2012, um evento que mais tarde foi anunciado como o que o país teve melhor desempenho do que em qualquer outra Olimpíada de todos os tempos.

2 – Rumpologia (ou “Bundologia”)


A rumpologia é a prática de adivinhar o futuro de uma pessoa a partir da forma de seu bumbum! Jackie Stallone, a rumpologista mais importante Dos Estados Unidos, afirma que esta é uma prática antiga, que já era usada em várias civilizações do passado, embora ela não forneça nenhuma evidência para essa afirmação.

Segundo Stallone, os antigos sabiam “ler” os traseiros após pintá-los com henna antes de se sentar em um papiro, de modo que ela realiza a leitura de impressões e fotos das “retaguardas” que seus clientes mandam para ela.

De acordo com a ciência, que podemos chamar também de “bundologia”, é possível revelar aspectos da personalidade de uma pessoa vendo os detalhes da forma e circularidade do bumbum. Mas, o sistema vai além.

Stallone afirma que previu com precisão os resultados das eleições com a leitura dos traseiros de seus cães. Apesar de bastante duvidosa, a rumpologia se espalhou por vários países, incluindo a Alemanha, onde um rumpologista cego sente o bumbum das clientes para suas leituras. Para não ser taxado de aproveitador, ele afirma que a sua cegueira garante o anonimato de seus clientes e diz que a sua deficiência é uma benção.

1 – O mamilo da fortuna



Existe também uma tal adivinhação através do “poder místico” da auréola humana, mais especificamente no Japão. A prática tornou-se popular por lá depois que uma "maga" chamada Eri Koizumi apareceu na TV japonesa vestindo uma boina em forma de mamilo para divulgar seu livro sobre o assunto.

De acordo com a prática japonesa, as adivinhações são contadas, principalmente, pela forma da auréola, revelando traços de personalidade. A cor também seria outro fator determinante para a leitura.

No entanto, essa prática é tão louca quanto parece mesmo. Segundo o List Verse, Koizumi é conhecida como uma maga, mas registrada em uma agência de talentos como comediante. Por isso, a coisa toda é, provavelmente, uma grande piada, apesar de algumas pessoas do Japão terem levado a sério.

In: listeverse

15 fatos que, na verdade, não passam de mitos

Existem ideias que circulam há tanto tempo por aí que, de tanto serem repetidas e repassadas, acabaram se consolidando como se fossem fatos verdadeiros. No entanto, muitas delas não passam de mitos que já foram explicados e derrubados por historiadores e cientistas. A seguir reunimos 15 desses fatos para você conferir e espalhar que eles não passam de pequenas mentirinhas:

Portanto, ao contrário do que dizem por aí...

1 – Quando exageramos no consumo de bebidas alcoólicas, não matamos milhares de nossos neurônios;

2 – Os seres humanos não usam apenas 10% de sua capacidade cerebral;


3 – Os peixes-dourados não têm memórias de apenas três segundos;

4 – A Grande Muralha da China não é visível do espaço;

5 – Os camaleões não mudam de cor para se camuflar em um determinado ambiente;


6 – Nós não perdemos mais calor corporal pela cabeça;

7 – As unhas e os cabelos não continuam crescendo depois que morremos;

8 – Napoleão Bonaparte não era tão baixinho como todo mundo pensa;





9 – Os elefantes não se retiram para um local secreto quando pressentem que estão prestes a morrer;

10 – Os raios não só podem, como frequentemente caem duas vezes no mesmo lugar;

11 – As avestruzes não enterram a cabeça na terra para se esconder de predadores; 


12 – O aquecimento global não é uma conspiração inventada por cientistas;

13 – As pessoas da época de Cristóvão Colombo já sabiam que a Terra era redonda;

14 – As roupas do Pai Natal não são vermelhas por causa da Coca-Cola;

15 – Thomas Edison não foi o responsável pela invenção da lâmpada incandescente, mas sim de sua primeira versão comercializável.


A vitamina C provavelmente não vai evitar que apanhe uma gripada


Um levantamento científico que durou mais de duas décadas e envolveu mais de 11 mil pessoas apontou que doses diárias de vitamina C contribuem bem pouco para nos proteger do resfriado comum.

O consumo de açúcar não faz com que as crianças fiquem hiperativas

Diversos estudos foram conduzidos — pelo menos 12! — para descobrir como as crianças reagem a dietas contendo diferentes níveis de açúcar. Nenhum deles, nem mesmo os que focaram em crianças diagnosticadas com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, apontou qualquer diferença comportamental após o consumo de alimentos ricos em açúcares, incluindo chocolate, doces e fontes naturais da substância.

A água não desce pelo ralo em um sentido no hemisfério norte e em outro no hemisfério sul 
Pesquisadores concluíram que, independente se estamos no hemisfério norte ou sul, a água sempre desce pelo ralo no sentido horário. Esse fenômeno é provocado pela rotação da Terra e se torna mais pronunciado conforme nos movemos mais para o norte ou sul do planeta — e menos evidente quanto mais próximo nos encontramos da linha do equador.

4 mancadas cometidas por grandes gênios
















O fato de um indivíduo ser extremamente inteligente não significa que ele não vá cometer equívocos de vez em quando. Afinal, errar faz parte da natureza humana, não é mesmo? Portanto, todos estão sujeitos a dar umas mancadas, incluindo os gênios. O pessoal do site ListVerse reuniu uma série de gafes cometidas por algumas das mentes mais brilhantes do mundo, e nós aqui do Mega Curioso selecionamos quatro delas para você conferir:

1 – Nikola Tesla
 
 
Apesar de ter sido um dos homens mais brilhantes de todos os tempos — e de ter contribuído grandemente para o desenvolvimento tecnológico da humanidade —, Tesla era uma espécie de “Professor Pardal”. Tanto que não é segredo que mais ao final de sua carreira o cientista se dedicou a inventar engenhocas malucas, como uma máquina que reproduzia terremotos e outra que ficou conhecida como raio da morte, por exemplo.

Contudo, uma de suas maiores mancadas científicas aconteceu quando Tesla ainda era bem jovem. Ele percebeu que quando hiperventilava, logo depois seu corpo parecia mais leve e quase flutuante. Isso o fez indagar sobre a possibilidade de vencer a gravidade e, um belo dia, Tesla resolveu testar sua teoria.

Assim, armado de um guarda-chuva, Tesla subiu ao telhado de um celeiro, se pôs a hiperventilar até se sentir meio tonto e pulou lá de cima na crença de que seu corpo flutuaria. Evidentemente, o voo do cientista foi bem curto e, depois de perder a consciência por conta da abrupta “aterrissagem”, Tesla passou vários dias de cama se recuperando do acidente.

2 – Thomas Edison
 
 

Responsável por incontáveis invenções — como o fonógrafo, o gramofone e a primeira versão comercializável da lâmpada incandescente —, Thomas Edison investiu bastante energia e parte de sua fortuna pessoal em uma fábrica para extração de minérios. No entanto, o empreendimento não deu certo e, para reaproveitar toda a estrutura que ele possuía, Edison teve a ideia de construir moradias de baixo custo feitas de concreto.

Contudo, não pense que o projeto de Edison consistia na construção apenas da estrutura de uma casa — como paredes, teto etc. — com concreto. Segundo seus planos, a residência INTEIRA seria feita com esse material, incluindo a mobília, objetos de decoração, as mais diversas instalações e até peças como pianos. Tudo isso seria produzido com a ajuda de moldes, e Edison inclusive encontrou um empresário disposto a apostar na ideia.

Contudo, logo Edison se deu conta de que só para construir a estrutura das casas, seriam necessários milhares de moldes — sem contar as demais coisas que seriam colocadas dentro delas —, encarecendo o valor das moradias dramaticamente. Mesmo assim, 11 casas de concreto foram construídas, e nenhuma delas foi vendida.

3 – Albert Einstein
 
 
Bem, eis um gênio que dispensa maiores apresentações, não é mesmo? Contudo, nem mesmo Einstein acertava o tempo todo, e um exemplo disso era a sua crença de que o Universo seria eterno, ou seja, algo que sempre existiu e sempre existiria. Tanto que a ideia sobre o Big Bang começou a ganhar notoriedade em sua época, e o físico inclusive chegou a conhecer Georges Lemaître, padre católico, astrônomo e físico belga que propôs a teoria.

Einstein não só desaprovava a teoria do Big Bang — e disse ao próprio Lemaître que, apesar de seus cálculos estarem corretos, ele não entendia nada de física —, como chegou a elaborar uma teoria alternativa, defendendo a imutabilidade do Universo.

4 – Isaac Newton
 
 
Uma das obras científicas mais importantes já publicadas no mundo é a Philosophiae Naturalis Principia Mathematica — ou Princípios Matemáticos da Filosofia Natural — de Isaac Newton. Sua primeira edição foi lançada em 1687 e, desde então, o livro foi estudado de cabo a rabo por incontáveis pessoas, incluindo alguns gênios pra lá de famosos.

Nesse livro, o célebre cientista descreve suas leis para o movimento dos corpos, os fundamentos da mecânica clássica e a lei da gravitação universal. Contudo, existe um erro matemático simples na proposição de número 8, onde Newton apresenta uma fórmula para calcular a massa dos planetas conhecidos. Esse cálculo envolve um ângulo formado por duas linhas específicas cujo valor o cientista estabelece como sendo 10,5 segundos.

Entretanto, mais tarde, Newton troca o valor de 10,5 para 11 segundos. Apesar de o equívoco ser superficial e não ter qualquer consequência, ninguém se deu conta dele durante séculos. E sabe o mais interessante? Quem descobriu o erro de Newton não foi nenhum dos gênios que estudaram sua obra, mas um estudante de 23 anos da Universidade de Chicago chamado Robert Garisto!

In; ListVerse; Biblioteca Pleyades ; Invention & Technology; Scientific American; People

Enganos que mudaram o mundo: por que a América se chama América?

A maior parte das pessoas que se interessam pela história do período das Grandes Navegações sabe que o nome América foi dado ao “Novo Mundo” em homenagem ao explorador Américo Vespúcio, que fez viagens para cá nos anos de 1499 e 1502. No entanto, poucos sabem que a escolha do renomado italiano em vez do verdadeiro descobridor do continente, Cristóvão Colombo, aconteceu devido a uma série de enganos e confusões.

Como era um homem estudioso, Vespúcio percebeu durante suas viagens que as novas terras não faziam parte da Ásia, como o navegante genovês acreditava. Ele então resolveu escrever sobre sua jornada, criando livros que foram publicados no começo do século XVI e tiveram traduções em quase todas as línguas europeias.

No ano de 1507, um cartógrafo alemão chamado Martin Waldseemüller decidiu criar um mapa do mundo que incluísse as novas terras a oeste. Consciente dos escritos de Vespúcio e sem conhecimento das expedições de Colombo, ele então se uniu a dois outros estudiosos e decidiu homenagear o italiano, achando que havia sido ele o descobridor do continente.

Um erro leva a outro
 
 

Dessa forma, Waldseemüller publicou um grande mapa que, por se basear nos registros de viagem de Vespúcio, continha apenas a parte Sul do continente, com o nome America impresso com letras garrafais sobre o que hoje é o nosso amado Brasil. Anos depois, quando novos desenhos passaram a incluir a parte Norte das terras, os cartógrafos da época decidiram manter o nome original.

Podemos deduzir, então, que seria perfeitamente possível que o continente onde vivemos hoje tivesse o nome de Colômbia do Sul se Cristóvão Colombo não tivesse cometido dois pequenos erros, que permitiram a confusão dos cartógrafos alemães. O primeiro foi ter achado que a terra que encontrou era uma parte da Ásia, e não algo completamente diferente. Já o segundo foi nunca ter escrito publicamente sobre sua descoberta.

Curiosidades adicionais

  • Relíquia: o mapa feito por Waldseemüller em 1507 ficou desaparecido de 1538 a 1901, quando foi descoberto dentro de um castelo na Alemanha e passou a ser considerado o desenho cartográfico mais antigo a usar o nome América. A obra foi comprada por US$ 10 milhões e hoje está em exposição permanente na Biblioteca do Congresso, nos EUA;
  • Colombo e Vespúcio eram bons amigos: o navegador italiano foi mandado por seus empregadores à Espanha em 1490 para ajudar nos seus negócios de acabamento em navios novos. Durante essa função, Américo ficou encarregado de preparar as embarcações para a segunda viagem de Colombo, que posteriormente escreveu que confiava em Vespúcio e tinha por ele grande estima;
  • Questão de números: Vespúcio também é creditado por desenvolver um sistema de cálculo de longitude de grande precisão para a época. O método era tão bom que ele foi capaz de determinar um valor bem próximo ao da circunferência da Terra na altura da linha do Equador, errando a medida exata por aproximadamente 80 km.
  • Homenageando a homenagem: nascido em Florença em 9 de março de 1454, o navegador italiano foi batizado como “Amerigho”, o mesmo nome do seu avô;
  • Falta de provas: embora especule-se que Vespúcio realizou um total de quatro viagens até o Novo Mundo, a falta de documentos leva alguns estudiosos a questionarem se suas jornadas feitas nos períodos de 1497-98 e 1503-04 realmente aconteceram. No entanto, sabe-se que ele efetivamente fez o trajeto em 1499-1500 e 1501-02;
  • Educação apimentada: ainda que se tratassem de documentos sérios, os escritos de Vespúcio sobre o novo continente serviram como forma de entretenimento para as massas da época. Um exemplo de sucesso são suas cartas a respeito dos costumes dos nativos, que segundo ele estavam habituados a fazer sexo com qualquer pessoa, inclusive suas mães;
  • Carreira invejável: em 1508, Vespúcio foi nomeado “chefe navegador” da Espanha, ficando encarregado de examinar e licenciar todos os navios e viagens do país. Ele também desenhou os mapas oficiais das terras descobertas e determinou as rotas que os futuros capitães teriam que tomar para chegar lá. O italiano manteve seu título até morrer, em 22 de fevereiro de 1512.