sexta-feira, outubro 17, 2014

10 traços de personalidade considerados ruins que podem ser bons

Existe uma polaridade dos traços de personalidade. Alguns são considerados “bons”, como ser gentil e humilde, e outros “ruins”, como ser preguiçoso e pessimista. Mas, como tudo na vida, a personalidade também não é tudo “preto no branco”.

Confira 10 características que muitas vezes são percebidas como negativas, mas que podem fazer bem para as pessoas:

10. Ser bagunceiro
 
Ser bagunceiro é considerado quase um pecado mortal, principalmente porque as pessoas acham que os bagunceiros são improdutivos e indisciplinados. Isso é um mito. Na verdade, pesquisas mostraram que trabalhadores que possuem mesas desorganizadas são mais propensos a serem criativos, além de correrem mais riscos. Então, a bagunça pode ser inspiradora, mas não vamos nos esquecer da higiene, ok?

9. Ser egoísta
 

Claro, ninguém vai ganhar um troféu se for um idiota e só pensar em si mesmo. No entanto, de quando em quando, muitos de nós poderiam se beneficiar de ser um pouco egoístas e aprender a dizer não. Querer agradar a todos não só é impossível, como vai consumir todo seu tempo, seu humor e sua energia. Ou seja, mesmo que apenas às vezes, dedique-se mais a seus projetos pessoais e às coisas e pessoas que realmente importam para você. Você tem que ajudar a si mesmo a fim de poder ajudar os outros.

8. Ser muito confiante
 
Ter um grande ego é muitas vezes visto como algo indesejável e entojante. No entanto, ser confiante é diferente de ser arrogante. Arrogância é ruim: pessoas arrogantes diminuem os outros para se sentirem melhores. A autoconfiança, por outro lado, é a satisfação consigo mesmo, o que é ótimo. Pode te ajudar no trabalho, no amor e em tudo o que você quiser alcançar, sem colocar os outros para baixo.

7. Ser tímido
 
Muitas pessoas veem a timidez como uma fraqueza. Claro, ser excessivamente tímido pode fazer com que você perca algumas oportunidades, mas esse traço vem com suas próprias vantagens, também: pessoas tímidas tendem a ser mais reflexivas e atentas, além de serem melhores ouvintes que as menos tímidas.
 
6. Ser distraído 
 
Ser distraído não significa que a pessoa nunca é capaz de se concentrar. Claro, pode atrapalhar seu foco de vez em quando, mas também pode ajudá-lo a ser mais criativo. Quando não estão focados, os distraídos consideram uma ampla gama de informações e pensam mais “fora da caixinha” que os superconcentrados. Foco e distração ambos desempenham papéis importantes na nossa vida, e uma coisa sem a outra pode limitar muito nossas possibilidades.

5. Ser cínico
 
Há uma diferença entre ser cínico e ser um idiota cínico. Na verdade, muitas pessoas não só poderiam como deveriam ser mais críticas do mundo ao seu redor, desconfiar do que ouvem falar, considerar melhor suas opções etc. Se desapegar pode te ajudar a ser mais racional, e ser cético pode ajudar a evitar fraudes e outras falsidades. Contanto que você não seja arrogante ou mal educado, pequenas doses de cinismo podem ser extremamente benéficas.

4. Ser neuroticista
 
 
Neuroticismo refere-se a tendência das pessoas de responder com emoções negativas a ameaça, frustração ou perda. Claro, isso pode prejudicar sua saúde, mas alguns estudos mostram que é possível equilibrar essa ansiedade com um pouco de consciência. Ser consciente é um traço comum em pessoas bem sucedidas. E fingir estar bem o tempo todo é impossível, de maneira que é melhor saber lidar com as emoções negativas do que tentar não tê-las.

3. Ser insensível
 
É difícil escutar críticas. E, com certeza, até certo ponto, ser insensível é bom. Lógico, não ignore as críticas inteiramente; isso não vai te levar a lugar nenhum. Mas um pouco de insensibilidade pode ajudá-lo a aprender a aceitar críticas sem levar para o lado pessoal. Com isso, você pode de fato melhorar.
 
2. Ser pessimista 
 
Ninguém gosta de uma nuvem negra por perto o tempo todo, mas uma boa dose de pessimismo pode ser boa. Pensar em tudo o que poderia dar errado ajuda você a se planejar melhor para essas situações e, finalmente, evitá-las. Há também quem pense que o pessimismo ajuda as pessoas a lidar com a perda, se isso chega a acontecer – pois os pessimistas já estão esperando o pior. No entanto, é melhor não ser fatalista, e sim saber dosar as coisas.

1. Ser preguiçoso
 
Para cada 10 trabalhadores esforçados lá fora, há um preguiçoso que não quer fazer o trabalho. Então, ele encontra uma maneira de automatizar o processo e torná-lo mais fácil. A preguiça pode ser a mãe da engenhosidade, se usada corretamente. Só não deixe que ela fique com o melhor de você, ou nunca sairá da cama. 
 

Especialistas alertam: aranhas gigantes devem invadir países europeus
















Se você estiver no Reino Unido daqui a algumas semanas, é melhor prestar bastante atenção nas aranhas gigantes que prometem deixar os países da região no clima de Dia das Bruxas um pouco mais cedo este ano.

Especialistas acreditam que as aranhas gigantes deverão aparecer nas residências britânicas à medida que as temperaturas ficarem mais baixas, com a chegada do final do ano. Os animais devem invadir as residências para procurar locais quentes para passar o inverno. Tudo isso, porém, tem um propósito maior: o acasalamento. Ou seja: essas aranhas gigantes não só vão invadir diversas residências como, ao que tudo indica, vão acabar se reproduzindo e trazendo ao mundo milhares de novas aranhazinhas.
 

Os animais ficaram assim tão grandes porque o verão britânico foi leve e não registrou temperaturas muito altas, criando um ambiente favorável à sobrevivência desses bichinhos. Isso também teve a ver com o fato de que o número de insetos aumentou, fazendo com que os aracnídeos tivessem mais o que comer.

O fato é que as aranhas devem ficar em suas teias até o final do outono e, quando o inverno chegar, os machos tendem a sair e ir até os locais mais quentes, procurar fêmeas para acasalar.

Se até aqui as informações parecem suficientes para criar pânico, saiba que, de acordo com o professor Adam Hart, da Universidade de Gloucestershire, as aranhas grandes não devem ser temidas – pelo contrário: ele acredita que esses animais são ótimos para o controle de alguns insetos. Até o momento, aranhas gigantes foram vistas em Teeside e em Carlow, na Irlanda. 
 
In: Metro

quarta-feira, outubro 08, 2014

Comovente história de uma menina austista (5 anos) e o seu gatinho (34 fotos)

O autismo é um distúrbio neurológico ainda muito mal entendido pela medicina que pode prejudicar a capacidade do indivíduo de se envolver em diversas interações sociais. Mas a pequena Íris Grace, de 5 anos de idade, do Reino Unido, é um excelente exemplo dos presentes inesperados que o autismo também pode conceder: seu foco excepcional e atenção aos detalhes ajudou a menina a criar pinturas incrivelmente belas que muitos de seus fãs (e compradores) comparam às obras de Monet.


Acontece que Íris tem uma auxiliar por trás das cenas que também é digna de louvor, seu nome é Thula, a sua gata terapêutica da raça Maine Coon, que tem quase 1 ano de idade. Esta raça é conhecida como o gigante inteligente e gentil do mundo dos gatos, é equivalente ao São Bernardo dos cães e, embora ainda seja pequenina e jovem, Thula não decepciona. O seu jeitinho gentil e compassivo é especialmente importante para Íris, que cresce com autismo.

Os pais de Íris tinham quase desistido da busca de um companheiro animal terapêutico para a filha, mas no momento que a gata chegou à vida de Íris, as duas logo pareciam melhores e velhas amigas, não se separando desde então.

- "Thula diminuiu drasticamente a ansiedade diária na vida de Íris e também a mantém calma", diz a mãe de Íris, Arabella Carter-Johnson. - "Mas também tem o efeito de encorajá-la a ser mais social. Agora ela se arrisca mais a falar com Thula, dizendo pequenas frases como 'senta gatinho'".

As duas brincam juntas, acariciam-se e trocam constantes mostras de afeto. Algo completamente incomum em crianças com autismo. A mãe sabia da importância e os grandes benefícios de um animal de companhia, mas foi duro achar a amiga perfeita. Tentaram com cães, outros gatos e inclusive cavalos, mas Íris ficava bastante nervosa quando estavam juntos.


Com Thula tudo foi fácil desde o princípio. Entendem-se perfeitamente e é um verdadeiro prazer ver como interagem até níveis que jamais poderiam ter imaginado.

Enquanto a maioria das crianças já começa a falar algumas palavras entre os 11 e 15 meses de idade, Íris está aprendendo a falar lentamente, e junto com uma terapia da fala, seus pais gradualmente introduziram a pintura na vida da pequena, quando descobriram seu talento incrível.
 

Ela é realmente muito talentosa e tem uma capacidade de concentração incrível pintando cerca de 2 horas ao dia ou quando quer se dedicar à arte. Seu autismo criou um estilo de pintura que dificilmente veremos em uma criança de sua idade, já que ela parece ter uma compreensão de cores e como elas interagem umas com as outras. Ademais suas obras sempre tem uma mãozinha, ou melhor, patinha da melhor amiga Thula.



















































































In: Mdig

Conheça a história do fantasma que ajudou a desvendar o próprio assassinato

É hábito aqui no Brown-Visions abordarmos assuntos como o sobrenatural, e não fugindo á regra, trazemos até si, uma história no minimo: curiosa.

Independente de que você acredite em coisas detse tipo ou não, você já deve ter ouvido falar de espíritos que voltaram do além para transmitir mensagens aos vivos. Pois a história que vamos contar a seguir — postada originalmente pelo pessoal do site mental_floss — não só se refere a um fantasma que parece ter retornado do mundo dos mortos, como supostamente teria ajudado a desvendar o próprio assassinato.

A história aconteceu em 1897, e tudo teve início depois que Zona Elva Shue, esposa de um homem chamado Erasmus Shue — um ferreiro de Greenbrier, em West Virginia — foi encontrada morta. Shue mandou o filho de um vizinho até a sua casa para perguntar a Zona se ela precisava de algo do mercado, quando o menino descobriu o corpo ao pé da escada da residência. 
Desmaio fatal

Casa do casal Shue





















A pobre mulher estava no chão com as pernas esticadas, um dos braços estendido ao lado do corpo e o outro sobre o peito, e a sua cabeça se encontrava levemente inclinada para um dos lados. O garoto chegou a pensar que Zona estava a dormir antes de se dar conta de que ela estava morta e, aterrorizado, saiu correndo em busca da sua mãe.

A vizinha, então, chamou George Kapp — o médico local — e, uma hora depois, quando os dois chegaram à casa dos Shue, Erasmus já havia se encarregado de preparar o cadáver da esposa para o funeral, algo bem incomum na época. Ele vestiu Zona com um vestido de gola alta e firme, cobriu seu rosto com um véu e permaneceu todo o tempo chorando com a cabeça da mulher nos braços enquanto o médico tentava determinar a causa da morte.

Comportamento bizarro
Zona Shue
Ao tentar examinar a cabeça e pescoço de Zona com mais detalhe, o ferreiro ficou muito agitado. No entanto, atribuindo o comportamento ao sofrimento, Kapp decidiu finalizar o procedimento para evitar provocar Erasmus. E como não encontrou nada de errado nas partes examinadas e havia tratado a defunta algumas semanas antes da morte, ele concluiu que ela havia morrido por conta de um desmaio fatal, versão que depois foi alterada para “parto”.

O enterro de Zona ocorreu no dia seguinte à sua morte, e Erasmus voltou a se comportar de maneira bizarra. Além de vestir a mulher com o modelito de gola alta e véu, ele cobriu a cabeça e pescoço da morta com um grande lenço. Segundo as testemunhas, Shue não saiu do lado do caixão e não deixava ninguém se aproximar, mexendo no pescoço da esposa várias vezes. Ele chegou a usar uma almofada e um tecido enrolado para elevar a cabeça da finada.

Embora a maioria dos presentes tenha atribuído as esquisitices de Shue à dor de ter perdido a esposa, a mãe de Zona estava convencida de que havia o dedo do genro nessa história. Foi então que a mulher começou a rezar diariamente pedindo que a filha voltasse dos mortos para lhe contar a verdade. E não é que Zona atendeu aos pedidos da mãe!
Mary Jane Heaster
De acordo com Mary Jane Heaster — a mãe de Zona —, a filha apareceu para ela em sonhos e contou o que havia acontecido, revelando que Shue era um marido abusivo e que uma noite teve um ataque de fúria e quebrou seu pescoço. Mary então conseguiu convencer o procurador de Greenbrier a reabrir o caso e pedir uma autopsia completa no corpo de Zona, que revelou que a causa da morte não havia sido nenhum desmaio ou parto.

O exame mostrou que existiam marcas de dedos no pescoço de Zona — indicando que ela havia sido estrangulada — e um deslocamento entre a primeira e a segunda vertebra. Além disso, a traqueia estava esmagada e havia ligamentos rompidos. Investigações posteriores revelaram que Shue dizia abertamente que gostaria de se casar sete vezes, e já tinha sido casado outras duas vezes antes de Zona surgir em sua vida.

A primeira esposa contou que o ex-marido era extremamente violento, e a segunda morreu misteriosamente apenas 8 meses após o casamento. Pouco tempo depois Shue se uniu a Zona em matrimônio. O ferreiro foi levado a julgamento e seu advogado tentou ridicularizar a mãe da morta durante o interrogatório, mas a tática não deu certo. A mulher se manteve firme e as testemunhas devem ter acreditado nela, pois Shue foi considerado culpado de assassinato e condenado à prisão perpétua.
 E você o que pensa desta história?