domingo, fevereiro 14, 2016

10 alimentos que irão aumentar a sua contagem de esperma

Sem dúvida, grande parte das preocupações de nós homens está relacionada ao membro reprodutor e seu desempenho. Mas quantas vezes paramos para pensar o que pode influenciar nesses pontos? Pois é, a alimentação, por exemplo, de diversas maneiras pode ser um fator importante de influências sobre o desempenho sexual.

10. Chocolate amargo


O chocolate amargo contém o aminoácido L-Arginina HCL que representa uma força a mais para o esperma. Vale lembrar que esse alimento também é cientificamente comprovado como afrodisíaco para as mulheres e pode aumentar a intensidade do orgasmo. 

9. Espinafre


Não é só o Popeye que ganha força com o espinafre. O ácido fólico, presente nesse vegetal, é responsável por deixar o seu esperma mais rápido, forte e em número bem maior. 

8. Banana

As vitaminas A, B1 e C, presentes na banana, são muito recomendadas para aumentar o poder, a saúde e a produtividade de espermatozoides. Além disso, a enzima bromelaína é responsável por aumentar muito a contagem de esperma. Agora é possível saber por que os minions existem aos montes... 

7. Cenoura

Assim como as bananas, as cenouras também possuem vitamina A, porém em uma quantidade bem maior. Aí você lembra que aprendeu que os coelhos se reproduzem muito e que também adoram comer cenoura, e de repente tudo faz sentido, não é “velhinho”? 

6. Comidas vermelhas


Conforme descoberto por um estudo de 2014, alimentos que contêm licopeno, elemento responsável pela coloração vermelha, podem contribuir para um aumento de 70% na contagem de esperma. Alguns exemplos de itens que possuem essa substância são tomate, melancia, toranja, pimentas, mamão papaia, entre outros. 

5. Ostra


Além de bons elementos afrodisíacos, as ostras também são muito importantes para a produção de esperma. Elas contêm uma enorme quantidade de zinco, elemento que ajuda a aumentar a produção e, consequentemente, a contagem de esperma. 

4. Nozes e outras castanhas


De acordo com um estudo de 2012, cerca de 75 gramas de nozes por dia são suficientes para aumentar muito o nível de vitalidade e outros quesitos relacionados ao esperma. Isso acontece devido à grande quantidade de ácidos graxos poli-insaturados presentes nesse tipo de alimento. Amêndoas e amendoins também possuem essas substâncias. A castanha-do-pará, originária e muito popular no Brasil, além dos benefícios ao esperma, também contém selênio, o que pode aumentar ainda mais a produção de células reprodutoras. 

3. Cogumelos


Cogumelos, nos seus mais variados tipos, contêm vitamina D. Essa substância é responsável por melhorar a vida sexual em todos os sentidos, desde a produção de espermas até o combate à impotência. Entre outros aspectos, ela ajuda a aprimorar a circulação de sangue no pênis. 

2. Peixes


Devido à presença de Ômega 3, esse alimento pode oferecer inúmeros benefícios à saúde, incluindo a qualidade e o aumento na contagem de esperma. Esse fato foi constatado por um estudo publicado no jornal Human Reproduction, que analisou a qualidade do esperma de homens que consumiam ou não esse tipo de ácido graxo. 

1. Carne vermelha


Também comprovado cientificamente, a carne vermelha pode aumentar muito a contagem e a mobilidade do esperma. Isso ocorre devido à presença massiva do nutriente L-cartinina. A diferença mais notável ocorre em homens que possuem baixos níveis de produção de espermatozoides.

In: MC

20 curiosidades que você provavelmente não sabia sobre os cometas

Você certamente já ouviu falar nos cometas, mas já parou para pensar do que realmente se tratam esses corpos celestes? Pensando nisso, apresentamos uma lista de 20 fatos interessantes que você provavelmente não sabe sobre eles, baseada em uma publicação do The Fact Site. Confira:

1. Cada cometa possui um núcleo e esse pode variar de poucos metros a vários quilômetros de largura. No entanto todos os núcleos são feitos de gelo.


2. Os cometas podem ter um tempo limitado de vida e, mais cedo ou mais tarde, acabar se quebrando em função da velocidade incrível que se movem e também do tamanho que vai diminuindo ao longo do tempo. Isso porque cada vez que eles passam próximo ao Sol, perdem massa devido a um processo chamado sublimação. Assim eles desaparecem após milhares de anos completando o ciclo em torno da estrela maior do Sistema Solar.

3. Se você ficou pensando que poderia usar um cometa para gelar a sua bebida, não se engane. O núcleo desses corpos possui uma mistura congelada de água, metano, amônia e dióxido de carbono, além de pedras, poeira e outros detritos espaciais. Portanto é muito mais do que a simples água que compõe o nosso gelo comum.

4. Um dos cometas mais famosos é o Halley. Ele entra no Sistema Solar a cada 76 anos.

Cometa Halley

5. Descoberto em 1993, o cometa Shoemaker-Levy 9 não é tão famoso quanto o Halley, mas veio a conhecimento do público após se quebrar em pedaços e se dispersar em Júpiter.

6. Apesar de parecerem bastante brilhantes, os cometas refletem apenas 4% da luz que recebem. O restante é absorvido.

7. Ainda não se sabe o que fica por baixo do gelo do núcleo de um cometa.

8. A atmosfera do cometa, também chamada de “coma”, é formada pela poeira e pelo gás que envolvem o núcleo.

9. Antigamente, cometas eram usados para imprimir medo nas pessoas. Dessa forma, os empresários aproveitadores do mercado vendiam sombrinhas, máscaras de gás e pílulas “anti-cometa”.

10. A cauda do cometa é parte da coma que sopra para longe do núcleo.

11. A poeira presente na cauda reflete a luz solar e é isso que faz os cometas parecerem tão brilhantes.

12. O que nós enxergamos é uma cauda amarelada que acompanha o cometa, mas ele pode ter uma segunda extensão, na cor azul, formada pelos gases ionizados.

13. A segunda cauda do cometa pode se estender por mais de 570 milhões de quilômetros de distância.

14. A estimativa é de que o Halley volte a aparecer somente em julho de 2061.

15. Um cometa pode lançar alguns pedaços de rocha, e esses fragmentos podem cair na terra como uma chuva de meteoros.



16. Além da perda de massa e de substâncias voláteis, o cometa também pode “morrer” por colidir com um corpo maior ou ainda explodir em função da gravidade do Sol.

17. A Nuvem de Oort e o Cinturão de Kuiper são as regiões de origem dos cometas e ficam em locais mais afastados do Sistema Solar. Oort está mais longe do que Kuiper.

18. A cauda iônica é resultado do choque dos ventos solares contra o cometa.

19. Neste momento, existem pelo menos 3 mil cometas conhecidos em nosso Sistema Solar.

20. Em 1995, Alan Hale, do Novo México, e Thomas Bopp, do Arizona, descobriram um desses corpos celestes após ele passar próximo à órbita de Júpiter. Esse cometa ficou conhecido como Hale-Bopp.



sábado, fevereiro 06, 2016

VULCÃO SAKURAJIMA EM ERUPÇÃO A 50KM DE CENTRAL NUCLEAR



O vulcão japonês Sakurajima, a 50km da central nuclear de Sendai, entrou esta sexta-feira em erupção e lançou uma nuvem de cinzas de quase dois quilómetros de expansão

A erupção do Sakurajima ocorreu a 50 quilómetros da central nuclear de Sendai, que foi reactivada o ano passado, depois do grande tsunami e terremoto que atingiu o país em 2011 e causou a tragédia de Fukushima.

A Kyushu Electric Power, que administra a central de Sendai, revelou já que não foi registado nenhum dano no local em consequência da erupção.

As imagens da estação estatal de televisão NHK mostram rios de lava a descer o vale de Sendai, mas as autoridades revelaram já que não há nenhum ferido registado no incidente.

Segundo as autoridades japonesas, citadas pela agência ANSA, a área circundante ao vulcão tem uma densidade populacional nula ou residual, uma vez que na região ocorrem centenas de pequenas explosões por ano.

Porém, dada a intensidade das explosões registadas esta sexta-feira, a Agência Meteorológica japonesa colocou a região em nível de alerta três – numa escala de cinco.

A última vez que o Sakurajima entrou em atividade foi em setembro de 2015.

O Japão possui mais de 100 vulcões activos, e o último que provocou grandes danos foi o Monte Ontake, que matou 57 pessoas numa estância turística em 2014.

In: Zap

HÁ ÁTOMOS NO SEU CORPO QUE VIERAM DO BIG BANG

Já pensou de onde vieram originalmente os elementos que compõem o corpo humano? Hidrogénio, oxigénio, carbono, fósforo, azoto, cálcio, ferro e tantos outros – todos vieram de diferentes fontes.


Esta versão da tabela periódica dos elementos foi a imagem do dia da NASA e representa o que pensamos ser a origem nuclear dos elementos – não todos, já que os locais de criação nuclear de alguns elementos, como o cobre, ainda não são muito bem conhecidos.

O hidrogénio presente no seu corpo e em cada molécula de água veio do Big Bang. Não existem outras fontes de hidrogénio no universo – pelo menos que sejam capazes de produzir quantidades substanciais do elemento.

O carbono, importantíssimo para a existência da vida, é resultado de uma reação de fusão nuclear no interior de uma estrela, assim como o oxigénio.

Legenda: B = Big Bang; L = Grandes Estrelas; $ = Supernovas; C = Raios Cósmicos; S = Pequenas Estrelas; M = Feito Pelo Homem
O mesmo se passa com elementos como fósforo e cobre, presentes no nosso corpo apenas em pequenas quantidades, mas essenciais para o funcionamento de toda a vida conhecida.

Grande parte do ferro do seu corpo teve uma origem muito mais violenta, tendo sido formado durante a explosão de supernovas, há muito tempo.

Já o ouro das suas jóias foi também – provavelmente – criado a partir de colisões de estrelas de neutrões que deverão ter sido visíveis como curtas explosões de raios gama.

Em suma, os elementos de que somos feitos são resultado de eventos acontecidos há milhares de milhões de anos.

“O azoto do nosso ADN, o cálcio dos nossos dentes, o ferro do nosso sangue e o carbono das tartes de maçã foram gerados no interior de estrelas em colapso”, explicava na década de 80 o famoso cientista Carl Sagan, que nos deixou uma das explicações mais belas sobre o nosso lugar no Cosmos.

“Somos feitos de pó de estrelas“, disse o astrofísico.


In: HP

ESTUDO PROVA QUE ALZHEIMER SE TRANSMITE MESMO DE PESSOA PARA PESSOA

Uma pesquisa científica detectou novas provas que confirmam que as “sementes” cerebrais da doença de Alzheimer se transmitem de pessoa para pessoa por via de cirurgias.


Esta teoria de que o Alzheimer é contagioso é controversa e já tinha sido avançada no passado, mas agora surgem novas provas de que a doença pode mesmo ser transmissível de pessoa para pessoa através de intervenções cirúrgicas.

Investigadores da Universidade Hospital de Zurique, na Suíça, e da Universidade Médica de Viena, na Áustria, encontraram um elo de ligação entre pacientes que receberam enxertos de tecido nervoso há várias décadas, e a presença no cérebro da proteína que normalmente se associa aos estágios iniciais do Alzheimer.

Neste estudo divulgado pelo jornal britânico Independent, foram analisadas amostras cerebrais de oito pacientes que se sujeitaram àquele procedimento cirúrgico na Áustria e na Suíça, mas que morreram de outra doença cerebral, a chamada Creutzfeldt-Jakob.

A doença de Creutzfeldt-Jakob terá sido transmitida aos doentes por via da cirurgia de implantação do tecido nervoso de cadáveres humanos.

Dos 8 pacientes com idades entre os 28 e os 63 anos, 7 teriam aglomerados da beta-amilóide (proteína A-beta) no cérebro, habitual nas primeiras fases do Alzheimer, mas muito pouco usual em pessoas daquelas idades.

E cinco dos sete pacientes apresentavam danos visíveis nos vasos sanguíneos vitais do cérebro provocados pela proteína, algo também pouco frequente em pessoas tão novas.

Os investigadores suspeitam que as “sementes” da proteína terão sido transmitidas a estes pacientes durante a cirurgia de enxerto na chamada dura mater, uma membrana que cobre o cérebro.

“A presença da patologia A-beta em indivíduos jovens é altamente inusual e sugere uma relação causal com os enxertos durais”, refere-se no estudo, conforme cita o Independent.

Os resultados devem despoletar uma “re-avaliação crítica dos procedimentos de descontaminação dos instrumentos cirúrgicos e dos fármacos de origem biológica”, aconselham também os investigadores, de modo a evitar por completo a potencial transmissão da doença.

In: Zap

sábado, janeiro 23, 2016

Estranho estudo conclui que uma barra de ferro pode tomar decisões


A capacidade de tomar decisões é geralmente considerada uma habilidade cognitiva possuída apenas por sistemas biológicos.

Agora, um novo estudo japonês relata que qualquer objeto rígido físico (ou seja, não vivo), como uma barra de ferro, é capaz de tomar uma decisão (escolher determinada opção entre mais de uma) através da obtenção de informações de seus arredores, acompanhadas de flutuações físicas.

Cérebro para quê? Temos a física para tomar decisões!

Os pesquisadores, Song-Ju Kim, Masashi Aono e Etsushi Nameda, publicaram seu artigo no New Journal of Physics.

“A implicação mais importante é que o regime proposto irá proporcionar uma nova perspectiva para a compreensão dos princípios de processamento de informações de certas formas inferiores de vida”, disse Song-Ju Kim, do Centro Internacional de Materiais Nanoarquitetônicos, parte do Instituto Nacional de Ciência dos Materiais em Tsukuba, no Japão. “Essas formas de vida inferiores exploram sua física subjacente sem necessidade de qualquer sistema neural sofisticado”.

Conservação de volume

De acordo com a pesquisa, o único requisito para um objeto físico exibir uma capacidade de tomada de decisão eficiente é praticar a “conservação de volume”.

Qualquer objeto rígido sujeito a uma lei de conservação de volume, como uma barra de ferro, quando é exposto a flutuações, pode mover-se ligeiramente para a direita ou para a esquerda, desde que seu volume total seja conservado.

Como este deslocamento se assemelha a um jogo de cabo-de-guerra com um objeto rígido, os pesquisadores chamaram o movimento de TOW (“tug-of-war dynamics”, ou “dinâmica de cabo-de-guerra”).

Exemplo

Os cientistas japoneses forneceram um exemplo de como a ideia funciona: digamos que existam duas máquinas caça-níqueis, A e B, com diferentes probabilidades de vitória. O objetivo é decidir qual máquina oferece a maior probabilidade de ganhar, o mais rapidamente possível, com base em experiências passadas.

Uma barra de ferro comum pode tomar essa decisão. Toda vez que o resultado de um jogo da máquina A terminar em uma recompensa, a barra se move para a esquerda a uma distância específica. Cada vez que o resultado acabar em nenhuma recompensa, a barra se move para a direita a uma distância específica. O mesmo vale para a máquina B, mas as direções dos movimentos são invertidas. Depois de testes suficientes, o deslocamento total da barra revelará que máquina oferece a melhor probabilidade de ganhar.

Os movimentos da barra ocorrem devido a flutuações físicas. “O comportamento do objeto físico causado por operações pode ser interpretado como uma flutuação”, explica Kim. “O ponto importante é que as flutuações, que sempre existem em sistemas físicos reais, podem ser usadas para resolver problemas de tomada de decisão”.

Possível e melhor

A pesquisa chegou à conclusão de que esse sistema pode resolver problemas mais rapidamente do que outros algoritmos de tomada de decisão. Os cientistas atribuem o desempenho superior ao fato de que o novo método pode atualizar as probabilidades em ambas as máquinas de jogo, mesmo que jogue em apenas uma delas.
Esta característica deriva do fato de que o sistema sabe a soma das duas probabilidades de recompensa antecipadamente, ao contrário dos outros algoritmos de decisão.

Os pesquisadores já comprovaram experimentalmente que versões simples de um objeto físico podem tomar decisões utilizando o método TOW em trabalhos relacionados. “Na verdade, nós já implementamos o TOW em pontos quânticos e fótons individuais”.

Inteligência artificial

Ao mostrar que a tomada de decisão não se limita aos sistemas biológicos, o novo método tem aplicações potenciais em inteligência artificial.

“O método proposto irá introduzir um novo paradigma de computação analógica baseado em física, que inclui coisas como ‘nanodispositivos inteligentes’ e ‘redes de informação inteligentes’ com base na autodetecção e autojulgamento”, afirma Kim.

“Um exemplo é um dispositivo que pode fazer uma mudança de direção de modo a maximizar a sua absorção de luz”, sugere. Esta capacidade é semelhante à forma como um girassol gira na direção do sol.

In: Phys

20 erros de raciocínio lógico que afetam suas decisões


Você faz milhares de decisões todos os dias, mas será que elas são racionais?

Provavelmente não. Desde o que você vai comer no almoço até se você deve fazer uma grande mudança de carreira ou não, a pesquisa científica sugere que há uma série de obstáculos cognitivos que afetam o seu comportamento. E, em certos casos, eles podem impedir que você aja da forma mais correta ou sensata.

1. Viés da âncora




As pessoas confiam demais na primeira informação que ouvem (que, obviamente, pode não ser a mais sensata ou mais correta). Por exemplo, em uma negociação salarial, quem fizer a primeira oferta estabelecerá uma variação razoável de possibilidades na cabeça de cada um dos envolvidos.

2. Disponibilidade heurística

As pessoas superestimam a importância das informações que estão disponíveis para elas. Por exemplo, uma pessoa pode argumentar que fumar não é perigoso para a saúde porque conhece uma pessoa que fumava três maços por dia e viveu até os 100. Um caso isolado certamente não representa um cenário completo dos malefícios do fumo.

3. Efeito da popularidade afeta seu raciocínio lógico


A probabilidade de uma pessoa adotar uma crença aumenta baseada na quantidade de pessoas que já possuem essa crença. Essa é uma forma poderosa de “pensamento de grupo” e é a razão pela qual muitas vezes reuniões são improdutivas.

4. Viés do ponto cego



Falhar em reconhecer seus vieses cognitivo é um viés em si. As pessoas percebem vieses cognitivos e motivacionais nos outros muito mais frequentemente que em si mesmas.

5. Viés do suporte de escolha


Quando as pessoas escolhem algo, tendem a se sentir positivas sobre sua escolha, mesmo que ela tenha falhas. Como o fato de que você ama seu cachorro, mesmo que ele seja agressivo e morda as pessoas às vezes.

6. Ilusão da aglomeração


Essa é a tendência de ver um padrão em eventos aleatórios. Ocorre em muitas falácias de jogos de azar, como a ideia de que vermelho é ou mais ou menos provável de aparecer numa roleta depois de uma rodada de vermelhos.

7. Viés da confirmação



Nós tendemos a prestar atenção somente em informações que confirmam a nossa percepção das coisas – por exemplo, você acredita somente em um determinado dado que pode corroborar seu pensamento sobre a mudança climática, mas desconsidera toda uma pesquisa científica que descobriu o contrário.

8. Viés do conformismo


As pessoas favorecem evidências anteriores a novas evidências ou informações que possam surgir. Por exemplo, demoramos para aceitar que a Terra era redonda porque muitos se agarravam a um “entendimento antigo” de que o planeta era plano.

9. Viés da informação


A tendência de procurar informações quando elas não afetam ações. Mais informação não é sempre melhor. Com menos dados, as pessoas podem às vezes fazer predições mais precisas.

10. Efeito avestruz

A decisão de ignorar informações negativas ou perigosas “escondendo” a cabeça no chão, como um avestruz. Por exemplo, investidores checam os valores de suas ações com muito menos frequência durante uma fase ruim de mercado.

11. Viés do resultado


Esse é o ato de julgar uma decisão baseado no seu resultado, e não em como a decisão foi tomada no momento em que foi feita. Só porque você ganhou bastante dinheiro em um cassino de Las Vegas, não significa que ter apostar todo seu dinheiro em uma noite é uma decisão inteligente.

12. Superconfiança


Algumas pessoas confiam demais nas suas habilidades, o que as levam a tomar riscos maiores em suas vidas diárias. Especialistas são mais propensos a esse viés que leigos, visto que são mais convencidos de que estão certos.

13. Efeito placebo


A simples crença de que algo terá um efeito em você causa de fato um efeito. Em medicina, pílulas que não contêm droga nenhuma muitas vezes provocam as mesmas respostas fisiológicas que a droga real.

14. Viés pró-inovação

Acontece quando o proponente de uma inovação supervaloriza sua utilidade e desvaloriza suas limitações.

15. Recência



A tendência a pesar as últimas informações mais fortemente que as mais anteriores. Investidores frequentemente fazem decisões ruins porque pensam que o mercado vai sempre ser como é hoje.

16. Saliência


A tendência a se concentrar nas características mais facilmente reconhecíveis de uma pessoa ou conceito. Por exemplo, quando pensa na morte, uma pessoa pode temer mais uma queda de um avião do que um acidente de carro, que é muito mais provável.

17. Percepção seletiva

Isso é permitir que nossas expectativas influenciem nossa percepção do mundo. Por exemplo, em um jogo de futebol, a torcida de cada time sempre se lembra do adversário cometendo mais faltas.

18. Estereotipagem


Ocorre quando esperamos que certa pessoa ou grupo tenha determinadas características mesmo sem conhecê-los de verdade. No dia-a-dia, os estereótipos nos ajudam a identificar rapidamente amigos e inimigos, mas as pessoas frequentemente abusam deles, usando-os para fazer julgamentos sem informações reais.

19. Viés da sobrevivência


Um erro que ocorre quando nos focamos apenas em exemplos sobreviventes, nos fazendo julgar erroneamente uma situação. Por exemplo, você pode pensar que ser empreendedor é fácil porque não ouviu muitos exemplos de empreendedores que falharam, apenas dos que foram bem sucedidos.

20. Viés do risco zero

Sociólogos descobriram que seres humanos amam a certeza e a segurança, mesmo quando elas são contraprodutivas. Assim, preferem tomar decisões que venham sem riscos, ainda que não sejam as melhores.

In: hypescience